| A releitura da história Chapeuzinho Vermelho para os cinemas, Deu a Louca na Chapeuzinho, estreou em 2006 e fez sucesso nos cinemas brasileiros. A receita era simples, uma nova visão do conto. A sequência estreia nesta semana, um mal que poderia ter sido evitado. |
Nesta segunda parte, a história da Chapeuzinho dá lugar a uma trama com aventura e a metalinguagem, com personagens de outras histórias nesta narrativa.

Como por exemplo: João e Maria, o gigante do pé de feijão, cachinhos dourados e os 3 porquinhos (aqueles que são aterrorizados pelo lobo, que é o mesmo da Chapeuzinho; eles retornam pra se vingar do lobo - que não é mau). O problema desta continuação, está em seu roteiro: uma história desinteressante, aliada à uma dublagem cheia de cacos e diálogos embasados em piadas, frases de efeito e jargões de sucesso, utilizados em outros filmes.
Referências ao cinema, estão em toda a animação; como a roupa da Vovó , que é o mesmo da Noiva de Kill Bill (Quentin Tarantino); a célebre frase de Capitão Nascimento "Pede pra sair", é utilizada em dois momentos como piada; "Luke, eu sou seu pai", outra frase de efeito famosa , até hoje usada como piada em filmes; ogros e a pior das referências: Kung Fu Panda - até na trilha eles se apropriaram, a fim de causar risos na plateia.

Em vão, as piadas não funcionam justamente por conta da demasiada repetição e uso delas. Muitas outras foram usadas, mas se enumeradas, esta crítica será muito extensa.
A equipe envolvida, foi infeliz nesta continuação, que teve péssimo desempenho nas bilheterias americanas. Isso é um sinal de alerta: esta fórmula não funciona mais.