Esposa de Mentirinha


Sempre quando vemos filmes com Adam Sandler ou Jennifer Aniston temos uma certeza: é uma comédia romântica que vem por aí...

Esposa de Mentirinha (Just go with it) não é diferente. Os dois atores são os protagonistas dessa comédia dirigida por Dennis Dugan e produzida pela Happy Madison, de Sandler.

No filme, Danny Maccabee (Sandler) é um famoso médico cirurgião plástico que tem seus sentimentos feridos por um casamento mal sucedido. Usando da aliança para fingir ser casado, acredita que essa técnica atraia as mulheres e acaba sempre se dando bem. Mas um dia se apaixona pela jovem Palmer (Brooklyn Decker), e para sustentar suas mentiras terá que contar com a ajuda de sua auxiliar, Katherine Murphy (Jennifer Aniston).

O filme é um daqueles, digamos, “super-previsíveis”. Palmer é o tipo de mulher que atrai a atenção de qualquer homem, mas que não aceita relacionamento com homem casado. Danny então diz que está se separando, e faz da mulher de mentirinha uma megera. Mas além da mulher, Danny tem que agüentar os dois filhos de Kathy, que meio sem querer, são envolvidos nas mentiras dos dois.

As crianças são um talento à parte. Elas dão um certo tempero no meio da comédia e atuam muito bem. O filme é cheio de cenas engraçadas, para fazer o telespectador rir mesmo. E consegue essa façanha. Algumas das cenas passadas com os pacientes de Danny são hilárias, como as do magnata que colocou botox exageradamente e a mulher que teve uma operação mal sucedida no rosto e ficou com problemas nas sobrancelhas. Garantem boas risadas.

Temos também uma participação de Nicole Kidman, que faz o papel de Devlin, uma figura que se torna engraçada devido ao nome. Devlin estudou no colégio com Katherine, porém não é aquela pessoa que possa se dizer que é a sua melhor amiga. Por causa dela outras mentiras são inventadas, o que vai levando a situações engraçadas e constrangedoras.

Das últimas comédias românticas que vi, essa foi a melhorzinha. É filme para descontrair, fugir de um dia estressante. Apesar de previsível, é bem divertido.

 

Nota:

Crítica por: Silvia Freitas (Blog)