Você se lembra daqueles filmes que passavam na televisão na noite de sábado, contando uma história mirabolante e protagonizado por uma mulher que irá sofrer o filme inteiro? Após um tempo de ressaca e sumiço, eles voltaram com a estreia de 'Na Companhia do Medo'. Mas desta vez com uma atriz em ascensão: Halle Berry. Após viver uma Bond Girl e antes de ser 'A Mulher-Gato', Halle virou Dra. Miranda Grey (Berry), uma dedicada e bem sucedida psicóloga criminal que acorda e se vê como paciente de seu próprio hospital para deficientes mentais, sem se lembrar do assassinato que aparentemente cometeu. Logo, ela descobre que seu marido foi brutalmente assassinado três anos antes e as provas do crime levam diretamente a ela. Sem memórias daquela noite, exceto de um encontro escondido com uma misteriosa garotinha, o comportamento da doutora se torna cada vez mais instável. Seus gritos de inocência são ouvidos por seus amigos, colegas e ex-pacientes como o início de uma descida rumo à loucura. Na medida em que Miranda luta para recuperar sua sanidade, ela logo percebe que se tornou vítima de um espírito vingativo. Agora, ela precisa rapidamente determinar se está sendo levada para mais distante de sua sanidade ou mais perto da verdade. 
O filme mistura vários elementos (Aka: espíritos, sinais do além...), o que pode não agradar algumas pessoas, mas o resultado final acaba sendo um ótimo filme de suspense, com uma ótima atuação de Berry, que com certeza veio para ficar. Se você é do estilo que adora ver uma mocinha sofrendo para provar que é inocente, espíritos tentando vingar a própria morte, e coisas nessa linha, corra para o cinema. |