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Kill Bill: Volume 1

Para começar, gostaria de resaltar a diferença de 'Kill Bill' para os outros filmes de ação: o roteiro.

Bem feito e bem estruturado, o filme é uma mistura de gêneros, mas em nenhum momento perde a sua originalidade. Visualmente concebido como uma homenagem aos filmes de artes marciais produzidos na China nas décadas de 60 e 70, o filme consegue manter seu nível do primeiro minuto até o final da projeção.

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No filme, Uma Thurman é A Noiva, quinta parte de um grupo de extermínio chamado "As Víboras Mortais". Logo no início do filme, A Noiva encontra-se arrebentada no chão – ela é deixada à beira da morte pelos colegas de profissão e pelo noivo (Bill, o chefão) dentro de uma capela no dia do casamento. Grávida e com uma bala em sua nuca, A Noiva entra em coma. Quatro anos mais tarde ela acorda, querendo uma fria vingança a todos que quase a mataram.

Uma Thurman está espetacular, em sua melhor atuação, ela consegue convencer o público de sua angustia e raiva, e mostra o seu porte fisíco pra lá de malhado.

A diferença de 'Kill Bill' quanto aos outros filmes de ação são os diálogos incríveis e marcantes. Tá certo que 'Kill Bill' pode ser um pouco forçado (Uma Thurman dá uma de Neo ao lutar contra mais de 50 homens), mas foi assim que ele foi designado a ser: Luta, Violência e sangue jorrando para todos os lados. Só que aqui, tudo é feito pelos atores, e o CGI (Técnica de efeitos especiais) não é usado em nenhum momento, mostrando que os atores tiveram que suar para fazer as ótimas cenas de luta.


O único problema de 'Kill Bill' é que ele foi dividido em duas partes, deixando-nos mais aguçados para assistir ao fim da vingança da 'Noiva'.

Não Perca!

Nota: 
Crítica por: Renato Marafon
Site Oficial : ---

 

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