A Mente que Mente


Sinopse: Troy é um estudante de Direito muito insatisfeito com sua universidade. Para tentar algo diferente na vida, ele decide abandonar os estudos e tornar-se assistente de um mágico.

Depois de filmes como O Ilusionista e O Grande Truque, quando o especatdor se depara com o título A Mente que Mente (The Great Buck Howard), logo pensará que o mágico que é o personagem dessa produção é, no mínimo, um golpista. Outra opção é que ele se envolve em aventuras em que tem de enganar seus inimigos para salvar a própria pele. No entanto, a tentação do trocadilho barato foi grande demais para tentar manter alguma coerência entre título e história.

O roteiro na verdade conta as experiências pessoais do diretor Sean McGinly, que na juventude foi o assistente de um mágico excêntrico. Quando o personagem que teoricamente seria o coadjuvante é uma figura forte, corre-se o risco de o protagonista acabar escondido por trás da presença marcante do secundário. É exatamente isso o que acontece, por dois motivos.

A narrativa valoriza as manias de Buck Howard, o bizarro e afetado aperto de mão e a pose de estrela mantêm o público do filme entretido. Além disso, o mágico é interpretado por John Malkovich (Queime Depois de Ler) que sabe muito bem como levar esse tipo de personagem. Com esse cenário armado, Colin Hanks não tem a menor chance de brilhar.

De modo geral, A Mente que Mente é um filme bem mediano. Ele passaria esquecido totalmente pelo público, não fosse o ótimo trabalho de Malkovich. O ator faz valer a pena o preço de um ingresso.

 

Nota:
Crítica por: Edu Fernandes (HomemNerd)

 


 


 

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