Sinopse: Susan é atingida por um meteoro e transformada em uma gigante. As Forças Armadas a levam para uma divisão secreta onde ela ficará enclausurada com outras aberrações. Quando a Terra é invadida por alienígenas, os monstros parecem ser a única salvação.

Olhando para o quadro ao lado, o leitor perceberá que o elenco de vozes de Monstros vs. Alienígenas (Monsters vs. Aliens) tem nomes de peso. Por isso, uma difícil decisão deve ser tomada: assistir à animação na versão dublada ou legendada?
Se a escolha recair para o idioma original, o espectador poderá aproveitar a performance do estrelado time de atores já que a voz de Seth Rogen (Pagando bem, que Mal Tem?) já é engraçada por si só. Por outro lado, só será possível assistir a versão 3D do filme se for escolhida a versão dublada que felizmente não tem pseudocelebridades como dubladores. Como diria a Rede Globo nos anos 1990: No final, você decide.

Qualquer que seja a resolução final, a experiência será muito engraçada. Personagens ótimos, que parecem tirados de filmes trash de ficção científica de décadas passadas, garantem as gargalhadas. E é exatamente nesse ponto em que fica clara a intenção de transformar Monstros vs. Alienígenas em uma franquia.
Vamos à explicação. Em roteiros de filmes sem pretensões, os desafios enfrentados pelos heróis são arquitetados milimetricamente para que todos sejam necessários para chegar ao final feliz como em uma boa aventura de RPG. Nessa animação, não é o que acontece. Há a colaboração entre os monstros, mas a impressão que fica é que o ataque dos alienígenas é apenas a primeira aventura desse grupo.

Para os nerds, o longa reserva presentes especiais na forma de referências ao nosso universo. Star Trek e Contatos Imediatos de Terceiro Grau são apenas alguns exemplos. Além dos personagens em si, o texto, as ações e a trilha musical remetem a grandes nomes do passado. Muito legal perceber isso, só não vale ficar comentando com o colega do lado no meio da sessão para não atrapalhar as pessoas!