Após o grande fracasso de público e crítica nos EUA, chega ao Brasil 'Mulher-Gato'. Totalmente independente da série Batman, o roteiro opta por recriar a origem da 'Mulher-Gato' sem qualquer ligação com o 'Homem-Morcego', e este é o único acerto do filme. Halle Berry é Patience Price, uma artista gráfica que descobre um terrível segredo da indústria de cosméticos onde trabalha e é assassinada. Após um estranho fenômeno, ela é ressucitada pelo Deus-Gato egípcio Mao, que a torna uma heroína superpoderosa, dotada dos sentidos aguçados dos felinos. Assim, ela assume a identidade secreta da Mulher-Gato para combater os malignos planos de seus antigos empregadores, Laurel e Georges. 
O roteiro se torna tão péssimo e tão previsivel que deixa o cinéfilo com sono. Frases péssimas e ridículas são adicionadas á mistura junto a um dos piores desfechos da história ao mostrar a luta entre a heroína e a vilã. Além disso, o filme não prende sua atenção nem no começo, nem no meio e nem ao fim, deixando você com aquela vontade de abandonar a projeção e ir comer alguma coisa no shopping. 
Tirando todos estes problemas ainda podemos dizer que 'Mulher-Gato' é um filme pipoca legal, com vários efeitos especiais e cenas de luta. É um daqueles filmes que você desliga seu cerébro por uma hora e meia... e só.
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