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Lara Croft: Tomb Raider -
A Origem da Vida

A maioria dos críticos acham 'Lara Croft - Tomb Raider - A Origem da Vida' melhor que o primeiro, terei que concordar com eles à respeito.

O único problema, e o que explica o fracasso do filme nos EUA, é que o primeiro filme não era bom, mas era algo 'novo' e 'chamativo', no segundo a história se inverte, o filme pode até ser melhor que o primeiro, mas a história já ficou meio desgastada e perdeu 'a novidade' que era o primeiro filme.

O filme trás nada de novo ou sensacional, é apenas mais um filme de ação, mas desta vez comandado por uma (linda) mulher.
O grande problema dos dois filme de 'Tomb Raider', é que ele é levado muito a sério, não vemos em nenhum momento algo para descontrair o telespectador ou fazê-lo rir, eles acreditam tanto na história, que perde a diversão para virar algo mais real, o que acaba comprometendo o filme.

O filme começa na Grécia, em um casamento tradicional da região, é quando um terremoto desenterra um templo de Alexandre, o Grande. Dentro do templo, possuí uma esfera dourada que serve como mapa para achar a Caixa de Pandora. Logo após a cena, a tela se abre no mar, com Lara Croft fazendo acrobacias com o Jet Sky, e de bíkini. Lara precisa achar a esfera que serve como um mapa para a caixa de Pandora,
que se aberta, pode destruir o mundo com doenças.

É claro que Lara terá que enfrentar um vilão que deseja ter a caixa de Pandora para poder ganhar dinheiro e controlar o mundo, mesmo que isto custe a morte de milhares de pessoas.



Angelina Jolie está mais linda do que nunca, e desta vez seus peitos parecem maiores e mais reais. Digamos que só pela presença da linda atriz em cenas radicais, já vale
o preço do convite.

O resto do elenco só está lá para fazer volume, já que nenhum ator aparece nem um terço do filme, deixando Angelina brilhar sozinha, o filme todo.

O visual do filme parece mais gótico, e temos um pouquinho mais de ação do que no primeiro, além de um romance entre a protagonista e um homem que não é o
sujeito ideal para ela (nem de longe).

A fotografia é linda, alterando entre a Grécia, a Africa, e até a Muralha da China é vista durante a projeção, e é claro que em cima dela a protagonista mostra seus dotes físicos.

Mas heroína por heroínas, e cenas forçadas por mais forçadas e divertidas, eu ainda prefiro 'As Panteras', que pelo menos tenta entreter.

Nota: 
Crítica por: Renato Marafon
Site Oficial : ---

 

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