X-Men: O Confronto Final

No final de 2001, 'Pânico 3' encerrou uma divertida trilogia... Em certo momento do filme, um dos protagonistas revela "no último capitulo de uma trilogia, tudo pode acontecer". No caso da trilogia 'Pânico', isto não ocorre: personagens secundários morrem, o vilão é descoberto e a mocinha segue a vida. Mas, a famosa frase, cabe direitinho no encerramento da trilogia 'X-Men'.

Ousado, diferente e surpreende é a definição mais curta que podemos agregar à 'X-Men: O Confronto Final'. Nos primeiros cinco mínutos da projeção, um incrível "Não Acredito!!!" ecoa na cabeça de todos que estão assistindo a película, cinco minutos depois, o mesmo fenômeno volta a acontecer, e por aí vai, surpreendendo, capítulo por capítulo, até culminar em um desfecho realmente assombroso. Realmente, esta trilogia se encerra aqui, tudo mudou e a era que nos foi apresentada no primeiro filme tem um fim digno de cinema.

Como em toda batalha final, Personagens vão morrer, alguns mutantes perderão seus poderes e, por mais que revelemos aqui, você nunca conseguirá imaginar o que o desfecho te reserva.

Na nova aventura, Os X-Men precisam enfrentar a própria evolução na forma de sua ex-integrante, Jean Grey, que após o incidente do segundo filme adquiriu uma segunda personalidade, auxiliados por novos recrutas. Jean se tornou um perigo para ela mesma, para os mutantes e para todo o planeta. Para combater esta ameaça, é inventada uma cura para os mutantes. Se isso não bastasse, os X-Men ainda têm que lidar com Magneto, Mística, Fanático e outros mutantes da Irmandade.

O roteiro da nova aventura é, no mínimo, fantástico. O diretor Retner, que substituí Singer, estampa seu estilo e mantém o clima dos filmes anteriores, elevando-o assim a um patamar superior e distinto. O filme acerta em pular enroladas introduções, já que conhecemos os personagens principais e suas personalidades, dando maior foco à batalha que irá cuminar no desfecho de uma franquia de ouro.

'X-Men: O Confronto Final' irá te deixar boquiaberto, espantado, com uma sensação de prazer e dor. E quando o filme terminar, você entenderá o porquê.


Nota:
Crítica por: Renato Marafon
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