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Casey Beldon odiava sua mãe por tê-la abandonado quando criança. Mas quando eventos inexplicáveis começam a acontecer, ela passa a entender por que foi deixada. Atormentada por sonhos implacáveis e por um fantasma que a assombra, Casey precisa recorrer à única pessoa que pode pôr fim a tudo isso, o rabino Sendak. Com a ajuda de Sendak, de sua melhor amiga Romy e do namorado Mark, Casey descobre a fonte de uma maldição de família que teve início na Alemanha nazista uma criatura com a habilidade de possuir qualquer
Sobre a Produção O conceito de gêmeos é um assunto que há muito tempo fascina e intriga o diretor e roteirista David S. Goyer ('Blade Trinity'). Já ouvi histórias sobre um gêmeo morrer durante a gravidez ou durante o parto, e comecei a pensar no tipo de efeito psicológico que isso pode ter naquele que sobrevive. Com uma ideia vaga sobre esse tema, Goyer começou a desenvolver o roteiro de 'Alma Perdida'. Pesquisas iniciais o levaram a descobrir material sobre terríveis experiências nazistas em crianças durante o holocausto. Liderados pelo sádico pesquisador Josef Mengele, cientistas nazistas acreditavam que integrantes da raça ariana poderiam ter olhos azuis perfeitos. Eles estavam dispostos a sacrificar gêmeos judeus em campos de concentração, e conduziram uma série de dolorosos experimentos que injetavam cores letais nos olhos castanhos das crianças. Os estudos de Goyer também o levaram a examinar o folclore judaico e os dybbuk, almas vagantes e amaldiçoadas que podem se apossar do corpo das pessoas.
O tema do roteiro de Goyer ressoou entre Michael Bay e Brad Fuller ('Sexta-Feira 13), parceiros da Platinum Dunes. Não é todo dia que recebemos um roteiro de um escritor como David Goyer, que já trabalhou em Batman Begins, na franquia completa de Blade e em Batman - O Cavaleiro das Trevas, diz Form. Para a Platinum Dunes, ter Goyer na direção do filme era a única possibilidade. Não é justo assumir que todos que escrevem um belo roteiro podem dirigi-lo, afirma Fuller, mas David havia dirigido três filmes, e ao conversar com ele, entendemos onde estavam todos os sustos da história. Tradicionalmente, escolher o diretor é uma decisão difícil, mas essa foi a mais fácil que já fizemos na história de nossa produtora. Com uma trama repleta de nuances espirituais e religiosas, Goyer explica por que espiritualidade e símbolos arcaicos ressoam tão profundamente no gênero de terror: Religião e filmes de terror parecem sempre caminhar juntos. A maior parte delas fala de algum tipo de vida após morte, figuras sobrenaturais, entidades e fantasmas. É um mistério que não entendíamos há 3 mil anos e que ainda hoje lutamos para encontrar respostas algo que se encaixa bem nesses filmes. Para dar vida ao roteiro de Goyer, fortemente ancorado na personagem de Casey Beldon, tiveram início as buscas por uma jovem atriz para retratar a protagonista, bem como por um elenco que compartilhasse seus horrores.
A produção fez centenas de testes para o papel de Casey, e Odette Yustman ('Cloverfield - Monstro') foi a escolhida. O diretor fala do teste de Yustman: Ela impressionou todo mundo, e felizmente foi um desses raros momentos em que todos concordam que alguém é a pessoa certa para o papel. Ajudando Casey em sua jornada para desvendar as misteriosas visões que a assombram está seu namorado, Mark Hardigan, interpretado por Cam Gigandet ('Crepúsculo'). O ator vinha de dois filmes em que vivera vilões e estava animado em retratar outro tipo de personagem. Bem, pelo menos em parte do filme. Mark passa de amar intensamente uma pessoa e cuidar dela a tentar lutar contra uma presença maligna que eventualmente o controla, diz Gigandet. Casey conhece a linhagem amaldiçoada de sua família e descobre por que está sendo tão atormentada. Sua única esperança de acabar com isso tudo é o rabino Sendak, um conselheiro espiritual retratado por Gary Oldman (Batman Begins). Para a cena do exorcismo de Casey, Oldman precisou recitar um diálogo numa
Durante as filmagens, Odette Yustman mostrou estar realmente dedicada especialmente ao fazer a cena-chave em que Casey visita um oftalmologista depois que um de seus olhos começa a mudar de cor. A sequência do oftalmologista foi a coisa mais maluca que já fiz como atriz, ela revela. Meu olhos são muito sensíveis e eu estava preocupada em usar lentes azuis. Quando percebi que conseguiria, pensei que tudo seria fácil... até ouvir David falando em colocar um espéculo no meu olho. Eu não tinha ideia do que era isso, mas soava como algo doloroso. Ele o levou ao set um dia e disse: Seria ótimo se você conseguisse colocar Outra cena que testou a determinação de Yustman envolvia ser coberta por centenas de insetos da família Stenopelmatidae, uma das muitas criaturas que o dybbuk possui em sua tentativa de subir na cadeia da evolução. Quando escrevi o roteiro, encontrei um bicho desses no meu jardim, lembra Goyer. Tinha uma
Três meses depois de seu início, as filmagens chegaram ao fim. Para a equipe de produção, a experiência deixou a sensação de terem compartilhado uma jornada singularmente criativa. Fazer esse filme foi uma de nossas melhores experiências, diz o produtor Fuller. David e todos da equipe de criação trabalharam arduamente para torná-lo arrepiante e perturbador, de uma forma ainda não vista pelo público. O produtor Form conclui: Fazemos filmes torcendo para que o público os curta por 90 minutos. Esperamos que as pessoas possam se divertir, sentir medo, tapar os olhos algumas vezes, gritar e, no final, ir embora com um sorriso no rosto.
Trailer do Filme |
Fonte: Paramount/CinePOP |