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Uma sanguinária batalha milenar explode entre duas tribos poderosas e imortais em 'Anjos da Noite - A Rebelião' (Underworld: Rise of the Lycans). O terceiro filme da épica saga Anjos da Noite retorna no tempo para contar as origens do conflito entre os aristocráticos Vampiros conhecidos como Mercadores da Morte e os bárbaros Lycans, uma linhagem de lobisomens violentos. Com uma dose maior de impressionantes imagens em CGI e surpreendentes efeitos de criaturas do que em qualquer um de seus antecessores, 'Anjos da Noite - A Rebelião' revela um dos mais dramáticos segredos desta franquia cinematográfica de sucesso.
SOBRE A PRODUÇÃO Quando 'Anjos da Noite - Underworld' (Underworld) estreou em 2003, sua história ricamente criada sobre uma guerra centenária entre duas raças imortais impressionou platéias no mundo inteiro. Vampiros cruéis e lobisomens selvagens retornaram na seqüência 'Anjos da Noite: Evolução' (Underworld: Evolution), e espectadores de todo o planeta apreciaram sua elegante estética visual, seus personagens misteriosos e sua ação arrebatadora. Agora 'Anjos da Noite - A Rebelião' (Underworld: Rise of the Lycans) transporta os fãs para quase um milênio atrás, no começo de um conflito épico. Criado pelos velhos amigos Len Wiseman e Kevin Grevioux, o filme revela os segredos da origem da eterna batalha da saga Anjos da Noite. Wiseman, que dirigiu os dois primeiros filmes, assumiu a função de produtor neste longa-metragem, enquanto Grevioux retorna pela terceira vez à série, desta vez reprisando o papel do Lycan Raze. "A história tem sido sempre a força propulsora de Anjos da Noite", diz Wiseman. "No passado, vislumbrávamos como teria sido o começo de tudo. Agora, finalmente podemos explorar isso com os Mercadores da Morte e suas armaduras e cavalos e os bandos de lobisomens".
Mesmo antes de o primeiro filme ser rodado, a dupla criou uma complexa mitologia para seus Vampiros e Lobisomens anti-heróis. "Kevin e eu sempre imaginamos que esta seria uma trilogia" afirma Wiseman, agora um cobiçado diretor de filmes incluindo Duro de Matar 4.0 (Live Free or Die Hard). "Foi decidido começarmos a trilogia na época da metade da história, e é bem legal, agora, estarmos fazendo o capítulo anterior que nós debatemos tanto tempo atrás". "Grande parte de toda a série Anjos da Noite é que os eventos que ocorreram no decorrer dos últimos oito séculos determinaram o que está acontecendo agora", observa o produtor Richard Wright. "No primeiro filme, existem seqüências inteiras dedicadas à história passada. E no segundo filme, toda a visita à toca do personagem Tannis compreende oito minutos de história recapitulada". Grevioux escreveu o roteiro original com Danny McBride. "Len queria fazer um filme sobre lobisomens e perguntou se eu tinha alguma ideia", contou ele. "Quando começamos a discutir os personagens e a estrutura geral do filme, pensamos: 'E se fizéssemos uma história de Romeu e Julieta, com lobisomens de um lado e Vampiros do outro, uma história de amor surrealista, bacana e moderna? ' Nós também decidimos mudar o jeito com que os lobisomens e os Vampiros são tradicionalmente vistos e tomar como base um caminho mais científico para a sua existência do que por meio do misticismo tradicional".
'Anjos da Noite - A Rebelião' (Underworld: Rise of the Lycans) descreve a origem da milenar rivalidade entre os Lycans e os Vampiros desde o começo de uma relação proibida. Lucian (Michael Sheen) é o primeiro Lycan, uma criatura capaz de se transformar de lobisomem a humano e voltar a ser o que era antes quando bem entender. Sonja (Rhona Mitra) é uma Mercadora da Morte e filha de Viktor (Bill Nighy), um poderoso Rei Vampiro. "Seu relacionamento, na verdade, leva diretamente à revolta dos Lycans contra os Vampiros", explica Grevioux. "Tudo gira em torno do fato de Sonja e Lucian estarem apaixonados um pelo outro. Apesar de Sonja ser filha de Viktor, há uma ligação incontrolável que cresce entre eles. Isso, por si só, já faz desta uma trama diferente das duas primeiras". Pela primeira vez na história da franquia, Wiseman entregou a função de diretor a outra pessoa. Patrick Tatopoulos, criador das fantásticas e assustadoras criaturas do primeiro filme, bem como desenhista de produção do segundo filme, foi escolhido para ocupar a sua posição. Apesar de dizer estar feliz de passar a tocha para uma pessoa fundamental na criação da franquia, Wiseman admite ter sido estranho, no início, ver outra pessoa na cadeira de diretor. "Estou vendo isso acontecer de uma cadeira diferente, mas por causa de Patrick e eu termos uma relação muito próxima e ter criado isso tudo juntos, a atmosfera é tranqüila entre nós".
Tatopoulos vê certa lógica no fato de ele fazer sua estreia na direção de filmes com 'Anjos da Noite - A Rebelião' (Underworld: Rise of the Lycans). Este é o primeiro da série de filmes a ser contado basicamente do ponto de vista de Lucian. "Criei os lobisomens do primeiro e do segundo filme", afirma o diretor. "Então, para mim, acho uma idéia excelente a história ser contada por um lobisomem. No passado, nós vimos lobisomens, mas sua presença nunca é decisiva. Aqui, temos uma guerra geral com multidões de lobisomens. O filme traz uma nova perspectiva à história, o que me ajudou a criar uma textura diferente para o filme". Bill Nighy, que interpreta o Rei Vampiro Viktor, credita a crença dos realizadores na franquia para o fato de 'Anjos da Noite - A Rebelião' ser mais do que apenas outro filme de ação com vampiros. "Len Wiseman, Danny McBride e Richard Wright são mais do que fãs", afirma ele. "Eles são fiéis. Eles não estão brincando com o público. Você pode até fazer de maneira ridícula um filme de vampiro, mas não creio que teria o mesmo tipo de sucesso conseguido por um verdadeiro fiel". "Eles amam o mito do vampiro e conhecem suas leis", acrescenta. "Eu adoro quando chega a parte técnica do Vampiro. Adoro ver um Vampiro bebendo sangue de maneira sofisticada. As questões morais são tratadas com tanto respeito quanto seriam tratadas em qualquer outro tipo de história".
UMA LUZ QUE BRILHA NO ELENCO Os realizadores de 'Anjos da Noite - A Rebelião' ficaram entusiasmados por poderem reunir de novo o elenco que criou um dos personagens mais inesquecíveis da série, um grupo de atores que conta com vários britânicos talentosos de carreiras bem-sucedidas. "Eu não tinha ideia que conseguiríamos manter o elenco que tínhamos reunido antes", diz Wiseman. "Fiquei muito feliz de poder contar com tantos deles novamente". O roteiro explica séculos de inimizade entre os rivais Lucian (Michael Sheen) e Viktor (Bill Nighy) com mudanças na trama capazes de surpreender as expectativas dos fãs. "Por causa de ambos os personagens serem tão complexos, foi bem legal poder reuni-los para o prelúdio no novo contexto do passado histórico", afirma Wright.
O coadjuvante Nighy concorda: "Michael é um daqueles raros atores que interpretará qualquer papel com grande inteligência, sutileza e uma incrível força. Ninguém na história do cinema encarna um lobisomem com tanto brilhantismo e poder como Michael Sheen. Eu digo isso com muita confiança". Após ver Lucian morrer em Anjos da Noite: Evolução, Sheen foi surpreendido com a feliz oportunidade de poder interpretar novamente o personagem. "Eu tive a chance de mostrar a história que nós ouvimos no primeiro filme", afirma o ator. "No início, você acha que ele é o vilão e começa a ter mais informação sobre ele. A ideia de mostrar como o personagem surgiu é muito cativante". Depois de fazer o personagem duas vezes no passado, Sheen pode agora explorar outro lado seu. "Uma das coisas de nossa história que mais me interessou foi a ideia da relação de Lucian com o seu lado animal", continua ele. "Viktor usou Lucian na época da adolescência para criar mais Lycans. Lucian estava tão perturbado e traumatizado por essa experiência que reagiu contra este seu lado animal, e de fato passa a sua vida até a nossa história deste novo filme matando lobisomens.
"Isso proporciona a Lucian uma jornada interior muito forte. Na tentativa de ganhar liberdade, ele tem de aceitar algo sobre ele que ele tem evitado durante toda a sua vida. Isso leva a história a um patamar além de simplesmente um mito". Lucian também emerge como líder pela primeira vez, observa Sheen: "Ele é uma pessoa capaz de inspirar irmandade entre pessoas que nunca tiveram este sentimento". O filme também revela um novo lado de Viktor, o Vampiro líder que possui um papel central nos outros filmes. "Nós temos a chance de ver o porquê de Viktor tornar-se do jeito que é no primeiro filme", diz Wiseman. "Bill trouxe uma visão de Viktor diferente da que vi primeiramente ao ler o texto. Ele trouxe um aspecto ao personagem que adorei e acho que as pessoas irão adorar também a maneiora que ele construiu o personagem". Tatopoulos elogia o tremendo investimento de Nighy no papel. "Você nunca sabe o que virá a seguir, mas espera por tudo", afirma ele. "Bill vai de um sorriso a uma incrível mudança de expressão facial em questão de segundo. Ele criou um personagem à altura de Grand Guignol. Isso faz dele um personagem aterrorizante e intrigante".
A longa carreira de Nighy no teatro, cinema e televisão fez dele um dos mais premiados atores britânicos, e dedica o mesmo compromisso que traz como o soberano Vampiro no filme em seus trabalhos nos palcos. "Os Vampiros são, por causa de serem Vampiros, bacanas", diz Nighy. "Viver um Vampiro Elder, mais velho, faz com que eu entre em muita confusão, seja desprezado e torturado também. Ele hesita em relação a algumas coisas que se depara. Você é levado a acreditar que ele possui sentimentos de uma natureza normal, mas que ele é desafiado emocionalmente. É um homem que bebe o sangue de sua filha e depois arma para que ela seja queimada até virar cinzas". A relativa juventude de Viktor neste filme significa que Nighy passou muito menos tempo na cadeira de maquiagem. "Tive de passar seis horas no processo de maquiagem protética no primeiro filme, em que eu tinha adormecido por centenas de anos" lembra. "Eu também uso uma saia longa de veludo. Não é comum eu ter uma desculpa para fazer isso e é uma situação libertadora e meio temerosa. Como sou em parte escocês, então, é quase uma coisa natural vestir um kilt. O que não faço com muita freqüência. Em uma determinada ocasião, vesti uma saia dessas e fiquei surpreso como me senti bem".
A atriz Kate Beckinsale deixou uma marca indelével na franquia Anjos da Noite (Underworld) com sua poderosa interpretação de Selene, a Mercadora da Morte, nos dois primeiros capítulos da série. Rhona Mitra ficou inicialmente apreensiva em entrar para uma franquia da qual ficaria tão associada a ela, conforme ela mesma conta: "mais uma atriz britânica morena. A partir do momento que entendi que se tratava de um prelúdio e uma verdadeira novidade para a personagem percebi que havia algo que eu realmente pudesse explorar em mim". A personagem faz Tatopoulos lembrar de Selene em diversos aspectos. "Para mim, Sonja é um arquétipo de Selene", diz ele. "Sonja é uma guerreira, mas existe algo muito frágil nela também. Definitivamente é uma forte lutadora, mas também é muito carregada emocionalmente. E ela pode ser bastante sensível". Interpretar a Vampira assassina é uma experiência totalmente nova para Mitra. "Este é um desafio completamente diferente de qualquer outro papel que fiz", afirma a atriz. "Ela é incrivelmente poderosa. Sonja é uma mulher apaixonante que incorpora todas as qualidades de uma guerreira, mas também uma feminilidade maravilhosa. É muito sedutora e atraente".
Apesar de estreante na série, Mitra diz que seus coadjuvantes a fizeram se sentir confortável de imediato no set. "Eu nunca tinha trabalhado antes com Bill ou Michael. Bill é um astro do rock. Ele se entrega tão brilhantemente e de uma forma tão graciosa ao mundo de seu Vampiro. E a preparação de Michael para o seu personagem foi realmente exemplar. As pessoas dizem a todo momento: 'Puxa, estou tão grato, é uma honra fazer este filme', e é mesmo. O nível de qualidade foi marcado numa patamar bem acima e eu tive de me colocar à altura para essa ocasião". Quando Kevin Grevioux estava criando o complexo universo de Anjos da Noite (Underworld), certificou-se de incluir um papel apetitoso para ele interpretar: o subalterno de Lucian, Raze. Em 'Anjos da Noite - A Rebelião' ele tem a oportunidade de explorar as origens do personagem. "Nesta história, nós finalmente lidamos com a maneira como ele se tornou um Lycan e como veio a ter essa relação especial com Lucian", observa Grevioux. "Raze era uma pessoa em quem Lucian confiava, um humano poderoso entre os escravos, razão pela qual Lucian o queria em sua família Lycan". Steven Mackintosh interpreta novamente o papel de Tannis, o Vampiro arquivista. "Eu não estava criando um personagem do zero", diz ele. "Mas existe uma diferença. E a encarnação anterior de Tannis é diferente. No momento que a gente o vê em Evolução, ele estava se escondendo por muito tempo e levando uma vida um pouco corrupta. Eu o comparo a Hugh Hefner do mundo do Vampiro daqueles tempos".
O elenco que voltou a se unir rapidamente se adaptou a seu novo diretor. "Patrick tem sido completamente livre de qualquer tipo de ego", garante Sheen. "E tem sido maravilhoso vê-lo executando seu papel neste filme e assumindo toda essa empreitada. E, é claro, ele trouxe um senso visual fantástico para este filme. O visual é impressionante". O ator veterano Nighy também fala sobre Tatopoulos com elogios. "Eu não tenho todas as palavras para descrever Patrick- ele foi absolutamente brilhante. Parei de pensar sobre ele como um diretor estreante já na metade do primeiro dia de trabalho. Ele foi impecável e extremamente educado. Ele tem charme, é preciso e inteligente; e sua experiência com desenho, efeitos especiais e criaturas nos colocou numa posição bastante vantajosa". Mitra concorda: "Uma coisa maravilhosa foi como ele estava sempre em contato com sua equipe. Isso criou um set feliz. Todo mundo foi respeitado. Acho que este tipo de humildade é realmente evidente junto a sua capacidade de ouvir o que as pessoas querem dizer e o que elas necessitam".
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Fonte: Sony Pictures |