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A equipe por trás do fenômeno mundial O Código Da Vinci (The Da Vinci Code) retorna no tão aguardado filme Anjos e Demônios (Angels & Demons), baseado no best-seller do escritor Dan Brown. Tom Hanks reprisa seu papel como o especialista em religião da Universidade de Harvard Robert Langdon, que, mais uma vez, descobre que forças com raízes milenares estão dispostas, a qualquer preço, até mesmo por meio de assassinato, a levar adiante os seus planos. Ron Howard outra vez dirige o filme, que é produzido por Brian Grazer, Ron Howard e John Calley. O roteiro é escrito por David Koepp e Akiva Goldsman.
SOBRE A PRODUÇÃO Depois de entrar em uma aventura que o colocou contra a Igreja Católica e contra dois mil anos de história religiosa sagrada, Robert Langdon está de volta em 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons) - e dessa vez se vê no coração do Vaticano, lutando para salvar a Igreja de um de seus mais antigos inimigos: os Illuminati. "Langdon entra em 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons) com um relacionamento bastante frio com relação ao Vaticano devido aos acontecimentos narrados em O Código Da Vinci (The Da Vinci Code)", conta Tom Hanks, que reprisa seu papel como o formidável Professor Langdon. "Ele tem um incrível conhecimento sobre os rituais da Igreja e sua história, mas não é exatamente uma pessoa bem-vinda. Essencialmente, existe uma disputa pelo poder no Vaticano por trás da sabotagem da eleição papal e, apesar de sua história com a Igreja, Langdon é chamado para tentar evitar que isso aconteça".
"O Vaticano está sob ataque em seu momento mais vulnerável", diz o diretor Ron Howard, que volta ao mundo de Dan Brown depois de ter dirigido o fenômeno mundial O Código Da Vinci (The Da Vinci Code), o qual em 2006 arrecadou mais de 750 milhões de dólares pelo mundo. "O Vaticano está passando por um Conclave, um processo onde os cardeais elegem um novo Papa. Quando eles se vêem sob ameaça de morte e de uma bomba relógio, eles chamam Robert Langdon, o único que tem o conhecimento e a habilidade para encarar esse mistério, entender os símbolos e tentar evitar o desastre. Ele não é o homem que o Vaticano confia - ele é o homem que o Vaticano precisa". Em 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons), Langdon tenta impedir os Illuminati - uma organização secreta com séculos de existência - e seus planos de devastar o Vaticano por vingança. Para Howard, essa ideia criou um vilão perfeito e um antagonista à altura de Robert Langdon. "Quando eu li 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons), eu fiquei realmente instigado pela ideia dos Illuminati", diz Howard. "Essa sociedade secreta que dizem incluir pessoas como Galileo e Bernini. O que aconteceu com eles? Eles foram realmente subjugados? Eles realmente nos deixaram? Existem aqueles que acreditam que os Illuminati sobreviveram como uma organização e hoje estão entre nós em segredo, influenciando nossas vidas diárias, decisões governamentais, políticas e estratégias corporativas". "Em nossa história, os Illuminati retornam para um ato de vingança por algo que já dura há quatrocentos anos", diz o produtor Brian Grazer. "Os Illuminati sequestraram quarto cardeais - os favoritos para se tornarem o novo Papa - e ameaçam destruir a cidade e o Vaticano. As autoridades do Vaticano chamam Robert Langdon - um antigo adversário, na visão deles - para ajudá-los nesse momento de crise. Somente Langdon pode decifrar os misteriosos códigos dos Illuminati, ligados aos antigos símbolos da terra, ar, fogo e água".
"O que é muito bom com relação a uma aventura de Robert Langdon é que ela estimula demais a curiosidade e a pesquisa", continua Howard. "Depois que você lê o livro ou vê o filme, vai para a biblioteca ou para a internet - você quer entender Bernini, Galileo e seus relacionamentos com o Vaticano, com a arte do mundo, a ciência e o mistério dos Illuminati. Você acreditando ou não, é uma coisa muito interessante, e a imaginação fértil de Dan Brown leva a uma narrativa fascinante cheia de pistas e grande mistério". O produtor John Calley acrescenta, "Eu tive a sorte de descobrir os livros de Dan Brown um pouco antes que o resto da América colocasse as mãos em O Código Da Vinci (The Da Vinci Code) e esse livro virasse um fenômeno. Acho que o que ele criou em O Código Da Vinci (The Da Vinci Code) e 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons) foi uma franquia para nosso tempo. Ambos os livros são thrillers de ritmo rápido com um herói dinâmico e ingênuo no centro. Não é a toa que Dan Brown atingiu esse sucesso astronômico e estamos esperando o próximo thriller de Robert Langdon com grande ansiedade". Para Howard, essas foram exatamente as razões que fizeram seu retorno para dirigir 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons) uma escolha tão fácil. "Existe uma coisa única sobre o que Dan criou nesse personagem, Robert Langdon", ele diz. "É incrivelmente original, provocante e, em termos cinematográficos, irresistível".
'Anjos e Demônios' (Angels & Demons) marca a primeira vez que Howard volta a trabalhar num projeto pela segunda vez. "Eu nunca quis fazer isso porque sempre tive interesse em tentar criar uma coisa nova", conta Howard. "E 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons) faz isso - apesar de Robert Langdon estar novamente no centro da história, o filme é muito diferente de O Código Da Vinci (The Da Vinci Code) e me permite exercitar um novo grupo de 'músculos' cinematográficos. 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons) pede um ritmo diferente, outro tempo, um tipo diferente de viagem. Ele é, literalmente, uma bomba relógio em contagem regressiva sendo mostrado em um mistério completamente diferente. Essas duas necessidades me levaram, como diretor, a fazer esse filme de maneira completamente diferente de O Código Da Vinci (The Da Vinci Code)." É claro que Howard tinha outro motivo para voltar para 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons) - a chance de trabalhar pela quarta vez com Tom Hanks. "Adoro trabalhar com o Tom, eu realmente gosto do que ele está fazendo com Robert Langdon", diz Howard. "O entrosamento entre o ator e o personagem se torna mais profundo e forte em cada atuação. A inteligência de Tom, sua curiosidade e senso de humor se misturam tão bem com os de Robert Langdon que ele criou um personagem mais profundo, rico e interessante de se ver". Hanks fala que o intelecto impressionante e a capacidade de desvendar mistérios de Langdon são prazerosos e estimulantes de se interpretar e que isso é uma grande parcela do encanto do projeto. "É um desafio interpretar alguém que é um perito nesse campo tão obscuro. Ele faz conexões que ninguém mais é capaz de ver; um símbolo pode representar diferentes pontos de vista que fazem sentido somente para ele. Quando trabalhamos em Roma, perto de lugares tão antigos, eu estava fascinado em aprender a história do lugar, que pensamento original estava por trás da construção, o que estava acontecendo em Roma naquela época? Quem pagou por aquilo? Quando e por que algumas coisas foram acrescentadas lá? Robert Langdon vê a história em camadas. Ele pega a informação, pega opiniões de conflitos e as combina com diferentes interpretações, tentando entender por que os humanos inventaram esses símbolos para começo de conversa".
Hanks ainda explica dizendo que Robert Langdon passeia pela grande fantasia de desvendar grandes mistérios. "Se você é esperto o bastante para ver as pistas, esperto o suficiente para segui-las, e sábio o bastante para juntar todas as pistas escondidas, você pode simplesmente frustrar uma conspiração. E você só tem um tempo limitado para isso. Quem não ama isso?" Hanks também ficou imensamente feliz em voltar a trabalhar com o diretor Ron Howard. 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons) marca a quarta vez que trabalham juntos, sendo seu último trabalho O Código Da Vinci (The Da Vinci Code). "Nada assusta Ron", fala Hanks. "Nem mesmo filmar na frente do Panteão em Roma com centenas de turistas. Ele encontrou alguns becos para as cenas da tarde quando estava quente e as multidões eram enormes, mas ele estava tão focado que quase nem percebia que estavam lá. Sempre que ele enfrenta uma filmagem desafiadora, ele simplesmente encontra um jeito de fazê-la e transpira confiança. Ron produziu uma impressionante bagagem profissional e continua a fazer filmes altamente complicados e densos - e ele faz isso parecer fácil. Ele é mais destemido agora como um cineasta, assumindo grandes riscos, do que quando ele tinha menos em jogo. Sua vontade, seu desejo de ampliar sua forma de fazer filmes exige de todos nós". Cercando Hanks estão alguns dos melhores e mais brilhantes astros do mundo. De acordo com Brian Grazer, atrair um elenco internacional era uma das principais prioridades dos realizadores. "Um elenco internacional acentua o campo de interesse sobre o filme", diz Grazer. "Ele se torna acessível em todos os cantos do mundo. Além disso, com esse material rico e a chance de se trabalhar com Tom Hanks, é um filme atraente para qualquer ator. Nós abordamos os melhores atores que fizessem sentido artisticamente para o filme, e, em todas as vezes, conseguimos nossas primeiras escolhas".
"O elenco trouxe energia cinética", diz Hanks. "É a sinceridade que Ewan McGregor traz para o Camerlengo, Stellan Skarsgård como o assustador cão de guarda que chefia a Guarda Suíça, e Armin Mueller-Stahl incorporando a moral do benevolente e sábio cardeal. Ayelet Zurer não falava nenhuma linha de seu diálogo sem conhecer a ciência por trás dela. Todos trabalharam com a mesma expectativa alta, com a mesma dedicação, o que fez com que a experiência de fazer esse filme se tornasse bem intensa". Durante toda essa aventura, Langdon teve como companheira em sua busca a cientista italiana baseada no CERN Vittoria Vetra, interpretada por Ayelet Zurer. CERN (Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire ou Organização Européia para a Investigação Nuclear) é o maior centro de pesquisas sobre física de partículas do mundo. Localizada na Suíça, o CERN iniciou a operação de seu Grande Colisor de Hádrons, o maior acelerador de partículas do mundo, durante a produção. Os experimentos resultantes do LHC estão fadados a nos fazerem mudar a visão do universo no qual vivemos; eles vão investigar a razão da natureza preferir a matéria à antimatéria, e eles irão investigar a matéria como ela existiu no início dos tempos. Em 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons), o trabalho de Vetra no CERN é sobre um pequeno tubo de antimatéria que é roubado e se torna a mais letal arma de destruição em massa, ameaçando o Vaticano e, literalmente, as fundações da Igreja Católica.
Zurer se preparou para seu papel não apenas lendo sobre tudo o que fosse experiência com aceleradores de partículas como no CERN (e assistindo vídeos no YouTube sobre o Grande Colisor de Hádrons), mas também lendo o livro de Bill Bryson A Short History of Nearly Everything por recomendação de Tom Hanks. Na verdade, vários membros da equipe ficaram viciados nesse livro, comparando anotações de capítulos como "Einstein's Universe", "The Mighty Atom" e "Darwin's Singular Notion". Sobre sua personagem, Zurer fala: "Vittoria me interessou porque ela representa aquela geração de mulheres que são altamente educadas e em profissões que ainda são predominantemente masculinas. Ao mesmo tempo, ela tem uma vida e não desistiu da sua sensibilidade por causa de sua carreira. Ela é uma pensadora premeditada, não se anima facilmente". "Todos na equipe de Ron já se conhecem há vários anos e já trabalharam juntos em muitos projetos. Eles trabalham como abelhas numa colméia", diz Zurer. "Eles têm códigos e um tipo de taquigrafia para se comunicar - como uma linguagem própria - que eu só fui entender bem mais tarde. Eles eram rápidos, divertidos e intensos, mas também eram despreocupados. Tudo aquilo era demais para mim. Ron falava: 'Relaxe, vá mais devagar, use um tom de voz mais baixo' - ele me mantinha na linha. Ele realmente queria que Vittoria fosse muito forte, muito inteligente e honesta, mas ainda assim emotiva com as coisas que acontecem com ela. Acho que ela se sente incrivelmente responsável pelas coisas que aconteceram".
Zurer teve carta branca para decidir como o sotaque de Vittoria Vetra deveria ser. "Tomei a decisão de fazê-la soar internacional, ao invés de uma americana com sotaque italiano", ela diz. "Fiquei surpresa em vários momentos pela forma com que o italiano meio que baixava em mim. Estava bastante confortável. Não sei por que pareceu tão natural - talvez seja porque sou do Mediterrâneo - mas foi uma coisa que adorei". Sem o Papa, o poder do Vaticano fica nas mãos do seu braço direito, o Camerlengo, até que um novo Papa seja eleito. Em 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons), essa figura chave é interpretada por Ewan McGregor. "O Camerlengo é um secretário, mas quando o Papa morre, ele se torna o chefe de estado da Cidade do Vaticano e tem um poder e tanto", comenta McGregor. "Ele é um personagem incrível de se interpretar porque tem tanta coisa acontecendo com ele". "O Camerlengo ama muito a Igreja e a sensação de permanência que ela traz. Ela traz consigo a força da história", continua McGregor. "E agora ele vê a coisa que mais ama sob ataque, nesse momento de grande perigo. Ele se vê como um homem que fará o que for preciso para salvar a Igreja do perigo que os Illuminati são e tudo o que eles representam".
O ator foi seduzido não somente pela riqueza do personagem, mas também pela chance de trabalhar com Ron Howard. "Eu sou um grande fã de Ron Howard - cheguei a me encontrar com ele socialmente umas duas vezes em Londres quando ele estava filmando O Código Da Vinci (The Da Vinci Code)", conta McGregor. "Nós nos encontramos num restaurante que nós dois gostamos de frequentar para um almoço de domingo. É incrivelmente gratificante quando trabalhamos com um diretor que não somente é bom com as tecnicalidades, mas também pode ajudar em termos de interpretação e com a emoção da cena. Acho que o fato dele ter sido ator faz com que ele seja um diretor muito, muito bom". O oposto do Camerlengo dentro da igreja é o quieto e nobre Cardeal Strauss, interpretado pelo ator veterano, Armin Mueller-Stahl. O Cardeal Strauss é um perito na navegação pelas políticas do Vaticano, conhece e vê muito mais do que ele deixa que percebam. De fato, a abordagem compreensiva e impassiva do Cardeal Strauss combinam perfeitamente com a atitude de Mueller-Stahl's diante da interpretação. "Strauss está sempre observando e olhando para tudo o que precisa fazer para descobrir qual o próximo passo. Ele não fala muito sobre o que ele pensa, de quem ele suspeita e para mim esse também é o segredo da atuação", diz Mueller-Stahl. "Você tem um rosto. Por baixo dele está o segundo rosto e esse segundo rosto é sempre importante para se trazer para a vida sem expô-lo muito. A ideia é não mostrar tudo, mas por outro lado ao não mostrar você terá que revelar. Precisa ser do entendimento do público, mas não muito óbvio".
Para pesquisar sobre seu papel, Mueller-Stahl leu sobre o Papa atual, e, talvez tenha até moldado alguma coisa do seu personagem no Pontífice real. "Eu li um pouco sobre Joseph Ratzinger, antes de ele ter se tornado Papa, quando ele era um cardeal", ele conta. Mueller-Stahl também usou algumas de suas próprias lembranças. "Eu conheci João Paulo II quando ele ainda era um cardeal, na Cracóvia", conta o ator. "Mas isso foi há muito, muito tempo atrás". Trabalhando junto com o cardeal Strauss - e, de fato, o protegendo assim como todo o Colégio de Cardeais - está o Comandante Richter, o Comandante Principale da Guarda Suíça, interpretado por Stellan Skarsgård. A Guarda Suíça tem defendido o Vaticano desde 22 de Janeiro de 1506 e Richter, o venerável líder dessa força imponente e nobre, personifica tudo o que ela representa - a máxima dedicação, respeito e fidelidade ao Santo Papa. Conforme as investigações têm andamento, ele também pode ser suspeito. "Como chefe da segurança do Vaticano, com quarto cardeais sequestrados e uma bomba no Vaticano, Richter está encrencado, mas ele é um personagem ótimo", diz Skarsgård. "Ele é uma pessoa muito controlada e, em vários momentos, não sabemos se podemos ou não confiar nele".
"Richter despreza Langdon, é claro", continua Skarsgård. "Ele é um cara muito religioso do Vaticano. Com toda a história entre Langdon e o Vaticano, Richter não aceita muito bem a ajuda de Langdon. Eles dois estão tentando solucionar um crime, mas eles ficam implicando um com o outro num sentimento mútuo de ceticismo e desconfiança". Naturalmente, Richter trabalha bem próximo ao Camerlengo na investigação em andamento. Ao filmar uma cena particularmente intensa entre os dois personagens, Ron Howard posicionou as câmeras de forma que elas pudessem capturar cenas de close-up e por cima do ombro dos dois atores ao mesmo tempo. Enquanto a iluminação e o bloqueio da cena foram complicados, esse arranjo permitiu que Skarsgård e McGregor se entregassem de forma muito mais orgânica. "Ron compreende o que faz o coração do ator bater", diz Skarsgård. "Ele sabe quando tirar ou fazer pressão sobre você, e ele sempre sabe o que pode pedir de você, o que ele quer fazer da cena e como ele quer chegar lá. Nós nunca conversamos sobre o personagem - nossas conversas durante os ensaios eram para entender as cenas e onde iríamos com ela".
O Vaticano, além de ser o coração da Igreja Católica, também é uma cidade-estado dentro da Itália. Enquanto a Guarda Suíça protege o Papa e o Colégio dos Cardeais, a Gendarmaria policia todo o resto que acontece dentro das paredes do Vaticano. Quando quatro cardeais são sequestrados em 'Anjos e Demônios' (Angels & Demons), faz-se um pesadelo de jurisdição que coloca o Comandante Richter de Skarsgård contra o Inspetor Ernesto Olivetti, interpretado pelo ator italiano Pierfrancesco Favino. "Olivetti traz Langdon depois da mutilação do cientista padre do CERN", conta Favino. "Ele compreende imediatamente que eles não são capazes de enfrentar essa situação e manda buscar Langdon, o único homem que sabe o que os símbolos significam. Isso o coloca andando sobre ovos com relação a Richter - por causa da história de Langdon com o Vaticano, Langdon é um homem que Richter não confia nem um pouco. Olivetti sabe que Richter é basicamente o único no comando porque a Guarda Suíça é a responsável pela proteção dos cardeais, e trazer Langdon para ajudar na investigação é o único trunfo de Olivetti na investigação". "Eu tinha algumas pistas sobre o meu personagem", diz Favino. "Eu sabia que ele tinha que ser casado, então Olivetti usa uma aliança, mesmo que isso nunca tenha sido mencionado no filme. As regras para a Gendarmaria não são tão rígidas quanto as da Guarda Suíça, mas Olivetti deveria ser tão católico quanto eles. Me ajudou o fato de pensar que ele era um homem com uma família por trás". Um último personagem completa o elenco: o sombrio Sr. Gray, trazido para a vida de forma ameaçadora pelo ator dinamarquês Nikolaj Lie Kaas. Kaas foi imediatamente arrastado para o papel pela ação inata do personagem. "Ele é a arma à mão", diz ele. "Ele leva toda a ação do filme - tudo o que acontece no filme acontece por causa da trama que ele executa. Adoro fazer filmes de ação - é muito bom ser um garoto de novo".
Trailers do Filme
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Fonte: Sony Pictures |