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Com a ajuda do comissário Jim Gordon e do novo promotor Harvey Dent, Batman se dedica a combater de vez o crime organizado em Gotham. De início, o trio se mostra eficaz, porém eles logo se vêem reféns de um poderoso criminoso conhecido como Coringa, que faz Gotham mergulhar na anarquia e força o Cavaleiro das Trevas a chegar mais perto do que nunca de ultrapassar a linha tênue que separa o herói do justiceiro. O indicado ao Oscar® Heath Ledger (O segredo de Brokeback Mountain) interpreta o arquivilão Coringa, e Aaron Eckhart faz o papel do promotor Harvey Dent. Maggie Gyllenhaal integra o elenco como Rachel Dawes. Repetindo seus papéis de Batman Begins estão Gary Oldman, como o comissário Jim Gordon; o vencedor do Oscar® Michael Caine (Regras da Vida) como o mordomo Alfred; e o também ganhador do Oscar® Morgan Freeman (Menina de Ouro) como Lucius Fox, o fiel ajudante e apoiador de Wayne. Batman – O Cavaleiro das Trevas é baseado nos personagens que aparecem em histórias em quadrinhos publicadas pela DC Comics. Batman foi criado por Bob Kane.
SOBRE A PRODUÇÃO “Existem homens que não estão à procura de algo lógico, como dinheiro. Com 'Batman Begins', o roteirista e diretor Christopher Nolan inaugurou um novo capítulo na franquia de filmes de Batman, levando o personagem lendário de volta às suas origens, reimaginando como e porque o industrial bilionário Bruce Wayne se tornou o enigmático combatente do crime conhecido como Batman. Em 'Batman – O Cavaleiro das Trevas', Nolan retorna à saga de Batman com o personagem que hoje, nas palavras do diretor, “está totalmente moldado”. Nolan continua: “Achei que deixamos o mundo de Batman em um ponto interessante no primeiro filme, e o filme sugeria uma direção intrigante pela qual a história poderia prosseguir”. Nolan desenvolveu a história com David S. Goyer, com quem colaborou no roteiro de Batman Begins. Nolan e o irmão, Jonathan, então, trabalharam juntos no roteiro de Batman – O Cavaleiro das Trevas. Nolan revela que se concentrou mais em como a própria existência do Batman alterou Gotham no novo Batman – O Cavaleiro das Trevas. E não foi, pelo menos inicialmente, para melhor. “No final de Batman Begins, nós insinuamos a ameaça da escalada da violência: ao perseguir os cartéis criminosos da cidade e atacar seus interesses, Batman poderia provocar uma resposta ainda maior da comunidade criminosa; e agora isso aconteceu. Há algumas conseqüências muitas negativas de sua cruzada que estão prestes a ocorrer em Gotham”, ele revela. O produtor Charles Roven comenta que o problema se estende além dos criminosos que moram em Gotham. “Por um lado, Batman começou a livrar Gotham do crime e da corrupção que assolavam a cidade; mas, ironicamente, o vácuo que ele criou atrai um elemento criminoso ainda mais poderoso, que vê isso como sua oportunidade para assumir o controle da cidade”.
A produtora Emma Thomas observa: “Em Batman Begins, nós nos concentramos nas origens do personagem: como Batman evoluiu do próprio trauma inicial de Bruce Wayne, seus medos, sua raiva e, por fim, sua resolução de combater o crime e a corrupção. Em Batman – O Cavaleiro das Trevas, Batman se tornou mais conhecido para a polícia e os cidadãos de Gotham, mas enquanto alguns o consideram um herói, outros se perguntam se ele está causando mais mal do que bem. E a chegada de um novo tipo de criminoso aumenta os riscos nesse debate”. “O intrigante é que o playboy bilionário Bruce Wayne, com seus carros fabulosos, uma bela mulher em cada braço e sem nenhuma preocupação na vida, não é de forma alguma quem esse homem é de verdade. Assim, embora Wayne use uma máscara para proteger sua identidade como Batman, na verdade é Batman quem define a verdadeira identidade de Bruce, e a imagem pública de Bruce Wayne é a 'máscara' que ele usa para coexistir nesse mundo”, Thomas acrescenta. Mas não começou dessa maneira. Retornando ao papel duplo de Bruce Wayne/Batman, Christian Bale afirma: “Creio que Bruce achou que seria por tempo limitado, que Batman serviria como uma inspiração para Gotham e que, por fim, ele poderia deixar o personagem para trás. Mas ele está começando a compreender, cada vez mais, que isso é algo que ele não pode abandonar agora, ou que talvez nunca possa abandonar. Há novos inimigos dos quais a cidade precisa ser protegida”. O mais perigoso desses vilões é o mais abominável arquiinimigo de Batman, um louco violento e sem remorso chamado Coringa. “O Coringa é o arquivilão supremo do cinema. Ao seu próprio modo, ele é um ícone tanto quanto o Cavaleiro das Trevas, e isso nos brindou com a oportunidade e o desafio de explorar o ponto de vista distorcido do personagem. Mas também queríamos criar um vilão que, por mais colorido e extravagante que fosse, ainda se baseasse na realidade. Para manter o tom estabelecido em Batman Begins, decidimos que ele é um sujeito bastante sério, apesar de ser chamado de Coringa. Por isso, começamos com a noção do Coringa como a forma mais extrema de anarquista, uma força do caos, um criminoso sem propósito que não está à procura de nada e, por isso, não pode ser compreendido. Ele não é somente uma imensa força destruidora, como também tem grande prazer em sua natureza assassina, o que é um espetáculo bem aterrorizante”, explica Nolan.
“À medida que o roteiro era desenvolvido, começamos a explorar o efeito que um homem poderia ter sobre uma população inteira, as diferentes maneiras nas quais ele perturbaria o equilíbrio das pessoas, as diversas formas em que ele poderia fazer com que suas regras de vida, ética, crenças e humanidade se voltassem contra elas mesmas. Você pode dizer que vimos ecos disso em nosso próprio mundo, o que me levou a acreditar que anarquia e caos, mesmo a ameaça da anarquia e do caos, estão entre as coisas mais assustadoras que a sociedade enfrenta, especialmente hoje em dia”. “O Coringa não segue absolutamente nenhuma norma. Como combater alguém cuja determinação é destruir, mesmo que isso signifique a autodestruição? Trata-se de um adversário formidável”, afirma Bale. O ator prossegue dizendo que a falta total de moralidade do Coringa é uma de suas armas mais potentes na guerra contra Batman porque, em oposição, "Batman tem um código moral muito rígido sobre o que faria ou não, e o Coringa pode se aproveitar disso”. Ele completa: “Batman ainda tem uma imensa reserva de raiva e dor e sabe que poderia facilmente ir longe demais, por isso não deve ultrapassar esse limite. Ele precisa ter certeza de que, ao perseguir um monstro, ele próprio não se tornará um. Chris Nolan levantou questões éticas interessantes neste filme sobre as complicações de ter poder em oposição a aspirar ao poder”.
Bale, que conta Batman – O Cavaleiro das Trevas como seu terceiro trabalho com Nolan, acrescenta: “Acho que Chris tem um grande talento para satisfazer a necessidade de ‘uma viagem de montanha russa’, do entretenimento puro, sem prescindir de momentos de grande conflito pessoal e da dualidade dos personagens. Ele consegue fazer as duas coisas sem comprometer nenhuma delas”. Embora o Coringa provoque caos e medo, o promotor público Harvey Dent é o novo rosto da lei e da ordem em Gotham. “Harvey é um homem do povo. Ele é um herói típico americano de uma maneira muito diferente de Batman. Assim, agora temos o trio formado por Batman, Harvey Dent e o comissário Gordon — o sistema judiciário, a polícia e um justiceiro — numa aliança para reduzir o crime. O auxílio de Batman lhes dá uma vantagem sobre os criminosos, mas ainda é a polícia que os prende, e depois eles serão julgados pelo sistema judiciário. Porém, surge a pergunta sobre se é possível ser flexível com as leis sem transgredi-las. E isso se torna o tema subjacente da história”, diz Nolan. A dinâmica entre os três combatentes do crime muda abruptamente quando uma reviravolta imprevisível destrói o leal promotor público Harvey Dent e dá origem ao vilão vingativo Duas-Caras. Nolan comenta: “A esperança que Harvey representa para Gotham, e depois a tragédia do que acontece a ele e sua transformação em Duas-Caras… É uma história extraordinária”.
O diretor observa: “O Coringa é um vilão mais exibicionista, por isso ele atrai a atenção. Mas, sob alguns aspectos, Harvey Dent/Duas-Caras é um personagem mais interessante porque tem um desenvolvimento impressionante. Nosso Coringa não tem um desenvolvimento em si; ele é determinado o tempo inteiro. O Coringa e Harvey Dent são os dois personagens mais fascinantes dos quadrinhos de Batman. Eles têm uma característica quase mítica, e eu desejava vê-los pelo prisma do mundo que criamos”. Em um movimento revolucionário, Nolan ampliou o escopo desse mundo primeiramente com a direção. Nolan filmou as seis seqüências de ação principais com câmeras IMAX, tornando-se o primeiro diretor a usar câmeras desse formato para filmar, ainda que apenas parcialmente, um longa-metragem tradicional. “Ao continuar a história de Batman, o desafio era tornar as coisas mais grandiosas e melhores, expandir o mundo que estabelecemos no primeiro filme, tanto por meio da história quanto da forma como a apresentamos. Fiquei empolgado com a forma como a fotografia IMAX se mostrou. Ela lança o público bem no meio da ação de uma maneira que nenhum outro formato de filme poderia. Ela me faz voltar à época em que eu era criança indo ao cinema e vivenciando o escopo, a escala e a grandiosidade que o cinema de qualidade pode oferecer. Como cineasta, acho que sempre se está tentando voltar a isso, e expandir o cenário de nossa história com o IMAX pareceu uma ótima maneira de fazê-lo”, ele comenta. Os realizadores também fizeram várias mudanças no mundo de Batman: o lar da família de Bruce Wayne, a Mansão Wayne, foi incendiada no final de Batman Begins; por isso, Bruce agora reside em uma moderna cobertura com vista para a cidade. Batman também tem um Bat-uniforme recém-desenhado, que lhe proporcionou uma maior amplitude de movimentos e um maior campo de visão: “Eu posso virar a cabeça”, diz Bale com um sorriso. E o ágil e poderoso Bat-Pod faz sua muito aguardada estreia enquanto o Cavaleiro das Trevas costura pelo tráfego de Gotham em uma seqüência de perseguição intensa filmada nas ruas de Chicago. A busca de Batman por justiça também o leva por uma odisséia por meio mundo até Hong Kong, marcando a primeira vez que o Cruzado Mascarado deixa os limites de Gotham na tela.
“Ou se morre como herói, ou vive-se o Batman - O Cavaleiro das Trevas traz de volta vários membros do elenco de Batman Begins, começando por Christian Bale no papel-título. Bale conta que recebeu com alegria a oportunidade de mais uma vez viver a figura solitária, que precisa abandonar muito de sua identidade pessoal em nome do bem maior. Ele comenta: “Bruce está certamente em sacrifício, tanto mental quanto fisico, como conseqüência desse personagem Batman que ele pôs em ação e agora não consegue mais controlar. Mais do que uma persona, ele criou um símbolo, e esse símbolo não pode ter limites. Ele não pode jamais mostrar fraqueza. Então, há o conflito entre o que é bom para Bruce Wayne e o que é a coisa certa a ser feita pelo Batman, porque os dois nem sempre são compatíveis”. “Trabalhar com Christian é uma alegria e simplesmente muito divertido. Ele é uma presença muito interessante para se ter no set. Ele tem também intensidade, é incrivelmente concentrado em aproveitar a realidade psicológica de qualquer personagem que esteja interpretando. Ele aplica a mesma abordagem disciplinada para encontrar a verdade desse personagem e a mantém. Isso é uma grande ajuda para mim como cineasta porque sei que ele está preparado e domina o modo como seu personagem se movimentará pela história. Na verdade, ele tem muitas das mesmas qualidades que Bruce Wayne aplica para se transformar de um homem comum nessa figura extraordinária de combate ao crime”, analisa Nolan. “Christian trouxe em sua atuação tudo que se poderia desejar para o personagem: a estatura, a ressonância emocional, a complexidade. É impressionante observá-lo no set. Ele levou seu papel um nível além neste filme”, afirma Roven.
Nolan acrescenta que, embora Bale interprete em Batman – O Cavaleiro das Trevas o mesmo personagem que interpretou em Batman Begins, os dois filmes apresentaram desafios muito diferentes para o ator. “Em Batman Begins, havia muito esforço físico, ele precisou ficar em ótima forma e aprender todo tipo de habilidade com relação ao modo como Batman luta, o jeito como ele se movimenta. Eu diria que este filme exigiu um processo mais interno porque Bruce está percebendo o preço pessoal de viver essa vida dupla, e está questionando as escolhas que fez. Christian transmite esse conflito emocional de maneira muito convincente, muitas vezes sem dizer uma palavra”. Mas o Cavaleiro das Trevas está prestes a enfrentar um criminoso singular chamado Coringa. “Batman o destruiria, mas o Coringa não luta de forma justa. Ele tem outros truques na manga, então é mais um jogo psicológico. Porém, ele encontra em Batman um oponente muito digno, e acho que gosta disso”. Heath Ledger interpreta o papel do Coringa, o palhaço maléfico, que é talvez o mais reconhecível dos arquiinimigos de Batman. Para escalar o papel, Nolan diz que a principal qualidade que procurava era o destemor. “Precisava de um ator fenomenal, mas ele também precisava não ter medo de assumir um papel tão icônico. Heath criou algo completamente original. É impressionante, é cativante e surpreenderá as pessoas”, diz o diretor. O diretor lembra que se encontrou primeiramente com Ledger para conversar sobre o papel antes mesmo de haver um roteiro. “Conversamos sobre como víamos esse personagem e nós tínhamos exatamente o mesmo conceito; o que interessava ao Coringa era a ameaça de anarquia e ele adorava criar caos e medo em grande escala. Heath parecia compreender instintivamente como tornar esse personagem diferente de tudo que já tinha feito antes”, recorda.
Roven analisa: “O Coringa é um dos maiores vilões da tradição dos quadrinhos: psicótico, enigmático, esperto, diabólico, charmoso, engraçado e divertidíssimo de se observar. Sabíamos que seria necessário um ator extraordinário para interpretá-lo e Heath teve bom desempenho sob todos os aspectos. De cada nuance física a cada emissão vocal, é simplesmente um desempenho inesquecível”. Em Batman – O Cavaleiro das Trevas, o Coringa surge em cena sem aviso e sobe impiedosamente na hierarquia do crime de Gotham. “Nunca desejamos fazer uma história original para o Coringa neste filme, queríamos mostrar a ascensão do Coringa. Em certo sentido, o Coringa é uma resposta lógica para o Batman, que instigou esse tipo de comportamento extremo em Gotham”, Nolan sustenta. Bale acrescenta: “O Coringa quer bater Batman, provar que todo mundo tem um preço e até mesmo Batman pode ser utilizado de uma forma que comprometeria seus princípios. Realmente acho que ele está satisfeito por descobrir que Batman não faria isso, e isso cria para o Coringa um oponente ainda melhor nesse jogo. Ele é um personagem fascinante, e Heath fez um trabalho extraordinário com ele. Não acho que o filme teria funcionado tão bem se não tivéssemos um ator do calibre de Heath Ledger, que era realmente capaz de arriscar, como o Coringa faz em Gotham”. “Queríamos que o Coringa representasse o mal puro e não adulterado, no sentido de que não há motivação lógica para suas ações. Era isso que queríamos soltar na cidade de Gotham. Ele é uma realidade essencial”, Nolan resume simplesmente.
Apesar disso, Emma Thomas é rápida em observar: “Ele é muito engraçado. Sei que isso soa até certo ponto bizarro, pois como alguém tão deplorável pode ser engraçado? A abordagem de Heath no papel não foi esdrúxula, e apesar disso foi hilariante, tanto fisicamente quanto no seu sarcasmo. Com o Coringa, acho que você se descobrirá estarrecido e aterrorizado, mas divertindo-se imensamente ao mesmo tempo”. Nolan diz que, embora Eckhart tenha toda a aparência do promotor público bonito e carismático, havia profundas razões para escolher o ator. “Procurávamos alguém que pudesse incorporar o charme tipicamente americano porque você precisa investir nele como uma figura muito atraente e heróica no começo do filme. Mas ele precisava também ter uma superioridade; ele precisava sugerir essa corrente oculta de raiva e escuridão que Harvey Dent precisava ter, de modo que o ponto a que ele chega fosse verossímil. Pode-se apresentar um personagem assim como uma figura heróica sem nenhuma falha, nenhum lado sombrio. Aaron captou todas essas qualidades muitíssimo bem”, elogia.
Como o novo promotor público de Gotham, Harvey Dent não só precisou lutar contra o aumento do crime, mas também contra um justiceiro conhecido como Batman. “É uma dinâmica interessante porque Harvey vê Batman lutando contra o crime de um modo que gostaria de agir, mas não pode. Harvey precisa permanecer dentro dos limites da lei. Ele precisa fazer publicamente o que o Batman está fazendo veladamente. Ele admira as intenções de Batman, mesmo que não possa apoiar publicamente seus métodos. Mas o que ele pensa de Bruce Wayne é bem diferente. Ele vê Bruce como nada mais que um playboy urbano sem nenhuma credibilidade real”. Para Bruce Wayne, uma chance de uma vida normal também significa uma oportunidade de futuro com o amor de sua vida, Rachel Dawes, que também trabalha para Dent como promotora pública assistente. Nesse sentido, o promotor público não é uma esperança, mas um obstáculo, porque Rachel está envolvida com ele profissional e romanticamente também. “Com relação a Rachel, há uma contradição nos sentimentos de Bruce por Dent. Embora ele respeite Dent, outra parte de Bruce só quer nocauteá-lo”, diz Bale.“Por isso, o lado ideológico de Bruce e seu lado muito humano estão novamente em desacordo um com o outro”, acrescenta. Escolhida para o papel de Rachel, Maggie Gyllenhaal observa: “Rachel tomou a decisão dolorosa de que é impossível para ela estar com Bruce enquanto ele for o Batman. Então, Harvey Dent entra em sua vida, e ela fica louca por ele. Acho que a admiração dela por Harvey, ao contrário de Batman, ou em vez do que Bruce Wayne está fazendo como Batman, é porque ele não é um justiceiro. Ele não está se colocando acima da lei pelo que acredita, que é, no fundo, o melhor para as pessoas de Gotham. Em vez disso, Harvey acredita no sistema, mesmo que ele seja imperfeito, e trabalhará dentro do sistema para alterar as coisas que estão corrompidas. Acho que é por isso que Rachel o ama e pensa que ele é um herói à sua própria maneira. Ao mesmo tempo, ela ainda ama genuinamente Bruce e obviamente sabe que ele está apaixonado por ela, por isso é uma situação realmente desagradável.
Bruce Wayne tem dois outros aliados confiáveis em sua vida: seu leal mordomo, Alfred Pennyworth, que, desde que os pais foram assassinados, tem sido essencialmente o único pai que Bruce conheceu; e o brilhante Lucius Fox, que hoje é o diretor executivo da Wayne Enterprises, e também inventor do arsenal de alta tecnologia de Batman. Os atores premiados com o Oscar® Michael Caine e Morgan Freeman retornam como Alfred e Lucius, respectivamente, tendo interpretado os mesmos papéis em Batman Begins. Também fazem parte do elenco principal: Eric Roberts, como Maroni, um dos cabeças do cartel criminoso de Gotham; Chin Han como Lau, um magnata dos negócios asiático, que faz ao sindicato do crime de Gotham uma oferta irrecusável; Nestor Carbonell como o prefeito de Gotham; e Anthony Michael Hall como um repórter de televisão. Cillian Murphy também retorna em uma participação especial como Espantalho. Nolan resume: “O elenco é uma reunião excelente de alguns dos atores mais extraordinariamente talentosos que trabalham no cinema, tornando a experiência empolgante para todos os envolvidos. Isso gerou uma ótima atmosfera no set, e era mágico assistir a atores com muitas abordagens diferentes se reunirem e trabalharem arduamente em busca dos mesmos objetivos”.
“Vai querer o Bat-Pod, senhor?” Trailer do Filme |
Fonte: Warner Bros. |