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Um ano depois dos incríveis acontecimentos de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, os reis e rainhas de Nárnia se vêem de volta ao longínquo e maravilhoso reino e descobrem que mais de 1300 anos narnianos se passaram. Durante sua ausência, a Era de Ouro de Nárnia foi extinta, Nárnia foi conquistada pelos Telmarines e agora está sob o domínio do maligno rei Miraz, que governa impiedoso a terra. As quatro crianças logo encontram um novo e intrigante personagem: o herdeiro legítimo do trono de Nárnia, o jovem Príncipe Caspian, que foi forçado a ficar escondido enquanto seu tio Miraz planeja matá-lo para dar o trono a seu filho recém-nascido. Com a ajuda de um gentil duende, de um corajoso rato falante chamado Reepicheep, de um texugo chamado Trufflehunter e do Duende Negro, Nikabrik, os narnianos, liderados pelos poderosos cavaleiros Peter e Caspian, embarcam em uma fantástica jornada para encontrar Aslam, retirar Nárnia do domínio tirânico de Miraz e restaurar a magia e a glória da terra.
SOBRE A PRODUÇÃO O guarda-roupa se foi… a Feiticeira Branca está morta... e Aslam está desaparecido há mais de 1000 anos. Os Estúdios Walt Disney e a Walden Media apresentam As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian (The Chronicles of Narnia: Prince Caspian), o segundo longa-metragem baseado na adorada série de livros clássicos de C.S. Lewis. O aclamado diretor Andrew Adamson (vencedor do Oscar® por Shrek e Shrek 2) embarca nesta segunda aventura em Nárnia seguindo um roteiro que ele co-escreveu com os premiados parceiros e escritores Christopher Markus & Stephen McFeely (The Life and Death of Peter Sellers, da HBO), também responsáveis pelo roteiro do primeiro filme.
Mais uma vez interpretando os quatro irmãos Pevensie estão os talentos britânicos descobertos por Adamson para o primeiro filme: Georgie Henley, de 12 anos, como Lúcia, a caçula e a primeira a encontrar o grande Aslam em sua jornada em Nárnia; Skandar Keynes de 16 anos, como Edmundo, o irmão mais novo que trai seus irmãos por egoísmo na primeira aventura; Anna Popplewell de 19 anos como Susana, a cautelosa e prática irmã mais velha; e William Moseley de 21 anos como Pedro, o mais velho de todos os irmãos e agora Grande Rei de Nárnia que bravamente lidera a batalha para salvar seu reino da tirania do malvado rei Miraz. Inspirado nas criações de Lewis, o elenco humano da história será novamente complementado por uma galeria de criaturas originais vistas na tela graças a uma combinação de esforços de live-action e animação CGI de novo sob a supervisão do co-supervisor de efeitos visuais e indicado ao Oscar®, Dean Wright (O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, Titanic), que desta vez irá colaborar com a veterana dos efeitos especiais e há muito associada a Adamson, Wendy Rogers (Shrek, Por Água Abaixo). O RETORNO A NÁRNIA: A HISTÓRIA DO PRÍNCIPE CASPIAN Os personagens encantados da eterna fantasia de C.S. Lewis ganham vida outra vez em As Crônicas De Nárnia: Príncipe Caspian (The Chronicles Of Narnia: Prince Caspian). Desta vez, os irmãos Pevensie — Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia — são transportados de forma mágica da Inglaterra da Segunda Guerra Mundial para Nárnia através de uma estação de metrô próxima ao Trafalgar Square de Londres, e embarcam em uma nova e perigosa aventura onde enfrentam um teste ainda maior de fé e coragem.
Um ano após os incríveis acontecimentos de O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa (The Lion, the Witch and the Wardrobe), os antigos reis e rainhas de Nárnia se vêem de volta ao reino distante e descobrem que se passaram mais de 1.300 anos no tempo narniano. Durante sua ausência, a Era de Ouro de Nárnia transformou-se em lenda. Os animais falantes da terra encantada e as criaturas míticas não passam de folclore para os telmarinos, a raça de humanos liderada pelo cruel lorde Miraz. O poderoso leão Aslam não é visto há 1.000 anos. As quatro crianças foram convocadas para retornar a Nárnia por Caspian, o jovem telmarino herdeiro do trono, para combater seu malvado tio Miraz. Com a ajuda do ríspido e valente anão Trumpkin, de um corajoso rato falante chamado Ripchip e do desconfiado Anão Negro, Nikabrik, eles lideram os narnianos em uma memorável jornada para restaurar a magia e a glória à terra. Príncipe Caspian (Prince Caspian) é o segundo dos sete livros de Lewis da série As Crônicas de Narnia (Chronicles of Narnia), que inclui A Viagem do Peregrino da Alvorada (The Voyage of the Dawn Treader), A Cadeira de Prata (The Silver Chair), O Cavalo e seu Menino (The Horse and His Boy), O Sobrinho do Mago (The Magician's Nephew), A Última Batalha (The Last Battle), e a história que lançou a série, O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa (The Lion, the Witch and the Wardrobe). Publicados entre 1950 e 1956 e há muito considerados um dos clássicos da literatura mais duradouros e criativos, os livros de Lewis venderam mais de 100.000.000 cópias em mais de 35 idiomas, transformando-se em uma das maiores séries do mundo.
“Eu vi esse sonho se realizar quando O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa (The Lion, the Witch and the Wardrobe) explodiu nas telas do cinema em todo o mundo em 2005”, diz Gresham. “Eu sempre esperei que o filme fosse um deleite e uma alegria para platéias de todo o mundo, mas de alguma forma eu acabei me surpreendendo com o nível de sucesso que ele alcançou.” O produtor Mark Johnson acredita que o segundo filme superou o original em muitos aspectos. “Este filme é maior que O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa (The Lion, The Witch and The Wardrobe)”, afirma ele. “É maior em termos do número de pessoas por trás das câmeras. É maior quanto ao número de pessoas na frente das câmeras e, acima de tudo, é maior do ponto de vista dramático. Os temas abordados e os relacionamentos são muito maiores e um pouco mais sombrios quando comparados ao primeiro filme.” “O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa (The Lion, the Witch and the Wardrobe), é uma história muito emocionante sobre sacrifício e perdão”, diz Adamson. “De alguma forma, é uma história mais pessoal; a história dessas crianças retornando a um lugar que elas amam, mas que não existe mais. Tem mais relação com a chegada do amadurecimento, trata-se de crescimento e aventura.”
“É uma história maravilhosamente nostálgica”, acrescenta Adamson. “Basicamente as crianças voltaram a um lugar onde elas desejavam estar, o lugar que governaram por 15 anos. Tudo mudou. Cair Paravel está em ruínas. As pessoas que conhecem foram obrigadas a fugir para a floresta. Aslam está desaparecido há 1.000 anos. Elas precisam entender o que houve e, ao mesmo tempo, tentar restaurar Nárnia como conheceram.” “O ano que passaram em Londres foi, no mínimo, estranho”, acrescenta o escritor McFeely. “Por terem personalidades muito diferentes, cada um dos irmãos Pevensie lida com a situação de maneira diversa. O súbito retorno a Nárnia deflagra alguns sentimentos diferentes em cada um deles.”
O mais velho dos quatro irmãos, William Moseley, de 21 anos, afirma que a ansiedade de voltar para frente das câmeras no filme foi semelhante ao que seu personagem Pedro enfrentou durante os 15 anos de reinado em Nárnia e em seu retorno ao local na nova história. Assim como seu personagem, o belo jovem britânico retornou ao colegial. “Terminar o primeiro filme foi uma experiência incrível”, diz ele. “Depois tudo foi tirado. Embora eu não reaja do mesmo modo que Pedro, eu posso entender bem como ele se sente.” Assim que o mais velho dos irmãos volta a Nárnia, “ele se torna um pouco arrogante”, conta o ator sobre seu personagem. “Há brigas no grupo. Pedro não consegue aceitar Caspian. Seus planos não são feitos com o coração, mas como o ego. Mesmo quando ele duvida de si mesmo, ele ainda é teimoso demais para dar o braço a torcer e aceitar que pode ter errado. E, no final, ele paga um preço bem alto.” No processo, explica Moseley, seu personagem se torna um homem. “Quando ele volta a Nárnia, passaram-se 1.300 anos e as pessoas não sabem que ele é um grande rei. Eles só vêem um menino. Pedro precisa mostrar quem ele é para os narnianos.” “Quando escalamos William no papel de Pedro, ele só tinha 15 anos e nunca havia feito algo assim antes”, conta Adamson. “A transformação de William não foi diferente da sofrida por seu personagem Pedro na história, de um menino de 17 anos para um rapaz. Acho que ele nunca tinha estado em um set de filmagem. Era só um ótimo menino que você gostaria de ter como irmão mais velho. E agora William se tornou um rapaz bonito e capaz.”
A co-estrela Anna Popplewell acrescenta: “Embora William tenha 21 anos, ele estava interpretando um garoto de 16 ou 17 anos. Mas agora ele é um adulto. Eu fiz meu primeiro teste com ele quando eu tinha 13 anos e nós meio que crescemos juntos. Todos cresceram um pouco e mudaram um pouco”, observa ela. O filme marca o fim da estrada em Nárnia para os irmãos mais velhos Susana e Pedro. Popplewell admite: “Eu acho que tive muita sorte de ter tido essa experiência, foi uma época fantástica. E eu prefiro ter estado aqui a não ter estado aqui. Mas, ao mesmo tempo, é muito triste não voltar.” Depois de concluir O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa (The Lion, the Witch and the Wardrobe), Popplewell se concentrou nos estudos e entrou para o Magdalen College de Oxford, a mesma universidade que o autor C.S. Lewis cursou por três décadas (1925-54); embora ela não soubesse da longa ligação de Lewis com a universidade até ler a biografia do famoso escritor. Sobre o mundo imaginário de Lewis, a história e seus personagens, Henley diz: “Eles são brilhantes graças à forma como C.S. Lewis os criou. Ele não os descreveu completamente, então Nárnia existe na nossa imaginação. Nós podemos interpretá-la do modo que quisermos. Eu acho que a maioria das pessoas tem sua própria interpretação dos livros e dos personagens.”
Henley constata duas mudanças em seu personagem no segundo filme. “No primeiro filme, eu era a doce Lucinha e agora participo mais da ação, o que foi muito divertido”, diz ela, acrescentando que passou muito tempo aprendendo a montar a cavalo e a manejar uma adaga para seu papel. “Além disso, Lúcia luta pelo que acredita mais do que no último filme — sua fé em Aslam. Ela é corajosa e tem seu próprio ponto de vista sobre o que acha certo. Ela vê Aslam antes de seus irmãos, o que eu acho que denota que sua confiança no leão é maior que a dos outros.” O produtor Mark Johnson descreve o dilema de Lúcia Pevensie como uma questão fundamental de fé. “Ela se pergunta: ‘Quem sou eu? O que é certo a fazer?’ Sua consciência direciona muito do ela fez neste filme. Desta vez ela enfrenta alguns testes bem difíceis.” Skandar Keynes, que interpreta Edmundo, tinha 12 anos quando começou a fazer o primeiro filme. No final de Príncipe Caspian (Prince Caspian), ele já tinha completado 16 anos. Apesar de ser cinco anos mais novo do que seu co-astro Moseley, desta vez Keynes vê seu personagem assumindo o papel do irmão mais velho em seu relacionamento com o irmão Pedro. “Edmundo está sempre preocupado com Pedro”, diz o jovem ator. “Ele sempre o ajuda, mas nunca recebe o crédito que merece e isso o deixa um pouco magoado. É um dos temas recorrentes — a questão de Edmundo estar sempre ajudando Pedro. Sabe, teve até uma hora no roteiro da filmagem do dia em que a cena era descrita assim: ‘Edmundo resolve a situação.’ Eu não deixei ninguém esquecer isso. Eu andei com o papel da cena na mão dizendo, ‘Edmundo resolve a situação.’ Foi muito legal.”
OS NOVOS PERSONAGENS Os personagem em luta pelo controle da muito modificada Nárnia são interpretados por dois novos rostos no cinema de Hollywood — o jovem e carismático ator britânico Ben Barnes no personagem-título, e o famoso astro italiano Sergio Castellitto, incorporando o cruel Rei Miraz. Barnes conhecia a série de livros de C.S. Lewis. “Eu fui um grande fã de Nárnia quando criança”, exclama Barnes, com a exuberância de um menino de 8 anos mergulhando nas histórias pela primeira vez. “Eu me lembro bem que os livros foram parte importante da minha infância. Quando eu soube que conseguira o papel, fui até a estante e achei esta cópia de Príncipe Caspian (Prince Caspian) lançada em 1989, quando eu tinha 8 anos de idade.” “Nós levamos muito tempo para encontrar Ben e vimos muitos atores para o papel”, diz Johnson. “Nós precisávamos de um jovem que fosse capaz de ser heróico, mas também que tivesse algo em sua personalidade que refletisse o que o personagem aprende ao longo da jornada neste filme.”
Esse vídeo de apresentação gerou um teste ao vivo no qual o diretor o coroou como astro de novo filme. “Quando finalmente conhecemos Ben, ele era charmoso, divertido e estava à vontade. Ele nos conquistou”, recorda Adamson. “Dava para ver por seu trabalho e entusiasmo o quanto ele queria o papel. Eu admirei sua ética de trabalho.” A turbulenta aventura de Barnes começou quase que imediatamente. Provas de figurinos, treinamento de montaria, aulas de dialeto, esgrima e ensaios para cenas de ação consumiram seus primeiros dias e semanas na Nova Zelândia. Além de imergir em seu papel, ele também teve que encontrar um espaço na unida família do filme. Os quatro Pevensie estavam ansiosos para conhecer Barnes e ver como ele se adaptaria quando chegou a Nova Zelândia. “Ele se tornou um Pevensie honorário”, brinca Keynes. “E o fato de ter 25 anos quando fizemos o filme fez com que todos agissem com mais maturidade.” “Ben teve que corresponder a muitas expectativas antes mesmo de chegarmos a conhecê-lo”, diz Popplewell. “Especialmente para William e eu, porque nós sabíamos que não faríamos a próxima história. Nós estamos, de certa forma, passando os filmes para alguém que gostávamos de verdade. Ele tinha aquele algo mais que nos fez conectar com ele.”
Antes de conhecer os Pevensie, Caspian está em busca de apoio entre os narnianos para uma campanha contra seu próprio povo, os telmarinos. “Eles querem matá-lo”, explica Barnes. “Eu toco a trompa mágica e convoco os Pevensie de volta à Nárnia. Pedro, o Grande Rei, legitimamente assume que é o responsável. Nós temos idéias diferentes sobre como devemos agir com relação a derrotar meu tio cruel, o que acaba criando um conflito entre nós. “Embora a história se passe em um mundo de fantasia, você tem que interpretar cada momento como se fosse verdade”, diz Barnes. “Eu espero que esses momentos se traduzam em algo que o público consiga de fato se envolver. Se conseguirmos, eles torcerão por Caspian e vão acompanhá-lo do início ao fim da jornada.” Trailers do Filme |
Fonte: Disney |