Todo mundo já passou pela inquietante sensação do mistério do déjà vu - aquele lampejo de memória quando conhecemos uma pessoa e achamos que já a conhecemos, ou quando reconhecemos um lugar apesar de sabermos que nunca estivemos lá antes. Mas e se essas sensações estranhas e inquietantes forem, na verdade, avisos enviados do passado ou pistas para um futuro em andamento?

No novo e instigante suspense de ação do produtor Jerry Bruckheimer e do diretor Tony Scott, escrito por Terry Rossio & Bill Marsilii, é a sensação de déjà vu que guia, de forma inesperada, o agente da Agência de Tabaco, Álcool e Armas de Fogo (ATF), Doug Carlin (DENZEL WASHINGTON) através da investigação de um crime estarrecedor. Chamado para recuperar provas após a explosão cataclísmica de uma bomba em uma balsa de Nova Orleans, Carlin está prestes a descobrir que aquilo que a maioria das pessoas acredita que esteja só na mente delas é, na verdade, algo bem mais poderoso - e isso o levará em uma corrida inacreditável para salvar centenas de pessoas inocentes.
Na medida em que a investigação se aprofunda, o filme não apenas investiga os planos de tempo e espaço, mas também se torna uma história de amor inovadora que se passa de trás para frente, quando Carlin descobre sua confusa ligação emocional com uma mulher cujo passado guarda o segredo para impedir uma catástrofe que poderia destruir o seu futuro. Na fração de um segundo de um olhar, sem palavras, mas de total confiança, Carlin tem a chance de mudar tudo.

Há séculos a sensação de frio na espinha do déjà vu intriga a humanidade. A sensação surge nos momentos mais estranhos - quando caímos louca e subitamente de amor por um completo estranho, quando chegamos em um local inteiramente novo que conhecemos como a palma de nossas mãos, sempre que ocorrerem eventos que inexplicavelmente parecem já terem acontecido de alguma forma, em algum momento passado de nossa vida. De filósofos a cineastas, todos nós já nos perguntamos: De onde vem essa sensação? É tudo fruto da imaginação ou ela emerge de uma realidade mais profunda? Por que ela existe? E, acima de tudo, o que ela significa?

"São essas fascinantes áreas cinzentas que estão no centro de nosso filme", conta o astro de Déjà Vu, Denzel Washington. Washington, que ganhou duas vezes o Oscar® e que sempre recebe propostas para atuar no que há de melhor da atual safra de roteiros, foi arrebatado quando se deparou com a estrutura de dinâmica reversa de Déjà Vu, sua singular troca de períodos de tempo e a exploração provocante de uma das sensações mais inexplicáveis da vida através da uma história de amor e de um suspense que envolve a solução de um crime. "Acho que todos já tivemos a sensação de que já estivemos em algum lugar antes - eu também já tive", admite Washington. "Eu costumava ter um sonho com um determinado lugar no Brooklyn, e então um dia eu fui até lá e não consegui deixar de sentir que já tinha estado ali anteriormente. É um daqueles grandes mistérios da vida que eu acho que todo mundo quer explorar até o fundo."


De fato, todos que entraram em contato pela primeira vez com o projeto de Déjà Vu (Déjà Vu) ficaram imediatamente intrigados. Não é sempre que um roteiro chega ao escritório do produtor Jerry Bruckheimer e é adquirido em uma questão de horas - mas Déjà Vu (Déjà Vu), escrito por Terry Rossio e Bill Marsilii, foi uma exceção à regra. Bruckheimer, que se tornou, ele mesmo, uma marca com uma lista de filmes que reúne muitos dos títulos mais populares e que mais influenciaram as últimas duas décadas, logo sentiu que o roteiro tinha algo de especial. A roteirista Rossio (junto com seu parceiro, Ted Elliot) já havia escrito o tremendamente divertido e incrivelmente bem-sucedida série de filmes dos Piratas do Caribe para Bruckheimer, assim como os sucessos instantâneos Aladim (Aladdin), Shrek (Shrek) e A Máscara do Zorro (Zorro), entre outros. Mas com Déjà Vu (Déjà Vu) ele e o estreante Bill Marsilii se aventuraram em território inexplorado - conduzir um suspense moderno e um romance pungente nos limites do conceito de tempo da física moderna.

Bruckheimer relembra: "O conceito do filme era completamente original, muito intrigante e diferente de qualquer outra história de amor que eu já havia lido. Nós tivemos sorte de sermos os primeiros a darmos uma olhada nele, então compramos o roteiro em menos de vinte e quatro horas depois de o termos recebido."
Rossio e Elliot iniciaram sua surpreendente parceria do modo mais moderno: no ciberespaço: Por volta de dez anos atrás, Rossio estava em uma sala de bate-papo do América On-line conversando sobre carreira com diversos aspirantes a roteiristas, quando ele cruzou com Marsilii, e logo ficou impressionado com suas idéias e conhecimento sobre cinema. Os dois pareceram ter estabelecido um relacionamento criativo instantâneo.

Mas Terry morava em Los Angeles e Bill em Nova York, então eles começaram a trocar idéias e conceitos sobre roteiros por e-mail ao longo de muitos anos. Uma dessas idéias era a de uma história pouco convencional, entrelaçada por amor e suspense, que seria ambientada longe das regras de tempo usuais. Começando com uma comovente tragédia fatal, um agente federal teria que seguir sua sensação de déjà vu e, fazendo uso de uma tecnologia ultra-secreta, traçar seu caminho de volta ao momento no tempo em que ele poderia ter a chance de alterar o curso da catástrofe - e, com isso, aproveitar a oportunidade ímpar de viver um caso de amor.

A idéia parecia ter enorme potencial, mas também era bastante complexa, levando o suspense a esferas raramente experimentadas. Rossio e Marsilii prontamente se puseram a desenvolver as nuances de um romance reverso, enquanto também exploravam a mais recente e ainda inédita tecnologia de vigilância e a se instruir com especialistas de ponta sobre a Teoria das Cordas e dos universos paralelos.
Com o tempo, Terry e Bill tinham, cada um, escrito cenas diferentes que constituíam fragmentos de Déjà Vu (Déjà Vu), mas nunca tentaram reuni-los em uma única narrativa contínua. Então Rossio ouviu dizer que a Jerry Bruckheimer Films estava em busca de um novo projeto cinematográfico de larga escala, e teve a impressão de que essa história de romance, crime e viagem no tempo causaria impacto no produtor. Ela e Marsilii aperfeiçoaram o material que tinham e mandaram um primeiro esboço para Bruckheimer. E não pararam mais.

O resultado foi um suspense inteiramente diferente dos costumeiros filmes de ação acelerada de Hollywood - e Bruckheimer adorou isso. Bruckheimer conta: "Nós sentimos que Déjà Vu (Déjà Vu) tinha um lado dramático muito forte por causa do que acontece na história de amor. A idéia de que se pode trazer alguém de volta à vida é um conceito maravilhoso. Essa história é arriscada, é divertida e é romântica. E, ao trazer Tony Scott para dirigir, nós sabíamos que o filme também teria muita ação eletrizante." Bruckheimer sabia que Scott traria seu característico estilo confiante com emoções viscerais para o filme - mas também algo mais.

"Tony, Denzel e eu já tínhamos trabalhado juntos em Maré vermelha (Crimson Tide)", conta Bruckheimer, "mas Tony e eu ainda não tínhamos feito uma história de amor desde Top Gun - Ases Indomáveis (Top Gun)." Déjà Vu (Déjà Vu) tinha aqueles mesmos elementos de ação e drama, mas também um belo romance envolvido em um mistério incrível. Era o projeto perfeito para nós."

Scott trouxe com ele a merecida reputação de ser não apenas um dos mais bem-sucedidos, mas também um dos mais empenhados diretores de Hollywood. Notoriamente, sua visão é tão específica e elaborada que ele acorda todo dia às 3 horas da manhã para desenhar seus próprios storyboards para o dia de filmagem, mapeando cada centímetro de cada cena de ação antes que todos acordem. Usando seu característico boné de beisebol cor-de-rosa, uma bermuda caqui e fumando um charuto cubano, Scott também é famoso por fazer o ritmo acelerado de um suspense de ação parecer fácil para o elenco e para a equipe. Acima de tudo, Scott é muito considerado por sua capacidade única de criar encantamento visual e toques dramáticos na tela.

Bruckheimer resume: "Tony confere o incrível escopo de sua maestria a cada aspecto visual de um filme. É por isso que contratamos Tony Scott. Ele é um grande contador de histórias que realmente se dedica a seu ofício. Nós dois tivemos o mesmo objetivo para o filme: levar você para bem longe, por duas horas, para que possa esquecer de tudo o mais e se perder na magia da tela….e quando as luzes se apagarem, você estará em um outro mundo, o mundo de Déjà Vu (Déjà Vu)."

'Dèjá Vu' será lançado no dia 19 de Janeiro de 2007.

Fonte: Buena Vista

 

 

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