O quanto sabemos sobre o nosso planeta? Utilizando os métodos mais avançados de filmagem já desenvolvidos, Terra (Earth) nos conduz em uma viagem pelo nosso lar de uma maneira como nunca vimos antes.

Há cinco bilhões de anos, um gigantesco asteróide se chocou com a jovem Terra. O impacto foi tão grande que inclinou o planeta em um ângulo de 23º30'. Mas, longe de ser uma catástrofe, este acidente cósmico foi crucial para a criação da vida e do mundo como o conhecemos hoje. Sem a inclinação da Terra, nós não teríamos uma variedade tão espetacular de paisagens, ou extremos tão quentes e frios. Nós não teríamos as mudanças de estação. E, mais importante, não teríamos as condições perfeitas para viver.

Utilizando o Sol como nosso guia, partimos em uma jornada literalmente global. Ao longo do caminho, encontramos três mães lutando para criar seus filhotes. No Ártico, uma família de ursos polares desperta aos primeiros raios de sol da primavera. Eles encontrarão comida antes que o gelo no qual vivem derreta?

A meio mundo de distância, no calor do Kalahari, uma mãe elefante e seu filhote encontram água depois de uma perigosa caminhada através do deserto. Mas eles têm que compartilhar o precioso líquido com um bando de leões. Essa frágil trégua durará?

Na última parte da jornada, seguimos uma mãe baleia jubarte. Ela precisa manter seu filhote seguro durante a migração de 6.000 km do equador até a Antártica.

E, assim, a vida na Terra prossegue. Uma história vivida bilhões de vezes por dia, 365 dias por ano, enquanto a Terra passa pelas estações, cada criatura viva se curva ao poder do Sol. Nenhum filme jamais mostrou nessa escala épica o drama de todo um planeta, com tanta emoção e intimidade com os personagens animais reais. Até agora…

SOBRE A PRODUÇÃO

O primeiro filme do selo Disneynature Terra (Earth), narrado por JAMES EARL JONES, conta a notável história de três famílias de animais e suas fantásticas jornadas através do planeta que nós chamamos de lar. Terra (Earth) combina raras cenas de ação em escala inimaginável com locações impossíveis, enquanto captura os momentos mais íntimos da vida selvagem em nosso planeta e suas mais elusivas criaturas.

 


DISNEYNATURE: TUDO NOVO, TUDO NATUREZA

O Disneynature é o mais novo selo da marca Disney em 60 anos. Jean-François Camilleri ocupa a função de vice-presidente executivo e gerente geral da empresa. Com planos para lançar anualmente um longa-metragem sobre a natureza, o Disneynature foi formado na orgulhosa tradição estabelecida por Walt Disney com a série clássica True-Life Adventures de 1948 a 1960, ganhadora de oito prêmios da Academia®.

Camilleri diz: "Eu acho que o público em todo mundo está procurando por filmes que sejam interessantes, educativos, que mostrem coisas bonitas e que conscientizem sobre o meio-ambiente. E, na minha opinião, a Disney é o melhor estúdio para fazer isso porque foi isso que Walt Disney criou 60 anos atrás.

"A natureza cria as mais belas histórias", continua ele. "Se você está procurando por bons roteiros, eles estão na verdade na natureza. Então, um lugar como os estúdios Disney, onde a narrativa é essencial, nós vamos em busca de histórias na natureza e as levamos para a tela do cinema. Essa era a visão de Walt Disney em 1948, e esta é a visão do Disneynature hoje."

 


URSOS POLARES LUTAM PARA SOBREVIVER

A primeira família a aparecer na tela é a do urso polar. A 1127 km ao sul do Polo Norte, um urso macho adulto caça bem distante do continente congelado, que, com a aproximação da primavera, esta derretendo ao redor dele mais cedo do que nos anos anteriores. E a mãe urso emerge da toca com seus dois filhotes depois de um longo inverno em seu refúgio de neve. Ela também enfrenta o desafio de alimentar sua família e a si mesma, uma vez que sua plataforma de caça, o mar de gelo, está derretendo cada vez mais cedo com o passar dos anos. Sua sobrevivência e a de seus filhotes estão seriamente ameaçadas.

O diretor Mark Linfield diz: "Eu acho que o urso polar tornou-se um emblema de todos os animais que estão ameaçados no planeta Terra porque seu sofrimento é muito visual, é muito geográfico. Quando o urso polar cai através do gelo, você praticamente não precisa de nenhum comentário, as imagens contam a história e é comovente. É claro que o aquecimento global atinge os polos primeiro, pois é onde vemos isso primeiro e é onde atinge com mais força. Assim, o urso polar é realmente um barômetro do que está acontecendo e um alerta do que há pela frente."


Os cineastas foram os primeiros a terem acesso à região das tocas dos ursos polares em Kong Karls Land, na Noruega, onde filmaram o momento em que a mãe urso polar e seus dois filhotes emergem de sua caverna na neve. Eles também deram uma perspectiva pioneira, usando fotografia aérea, dos ursos polares lidando com o mar de gelo, que não pode ser filmado da terra. Para as cenas aéreas, foram usados helicópteros equipados com sistemas de câmeras aéreas giro-estabilizadas Cineflex com lentes mais poderosas do que as já utilizadas anteriormente. Isso permitiu que os cineastas seguissem os animais-protagonistas de grande distância e altura e os inserissem no contexto de seus ambientes sem perturbá-los.

Fothergill conta: "Para mim, o momento mais marcante ao filmar Terra (Earth) foi quando eu estava no helicóptero fazendo aquelas imagens fantásticas e especiais do urso polar nadando no gelo. Foi uma imagem muito bonita, mas também me pareceu de um simbolismo incrível: o mundo desapareceu embaixo das patas desse enorme carnívoro e, de certo modo, foi muito representativo da fragilidade de nosso planeta."

O frio cortante apresentou um desafio para a equipe e também para os equipamentos de câmera. Para manter a câmera aquecida foi desenvolvida uma cobertura especial que os cineastas chamavam de "casaco de urso polar" feito de um acolchoado com um circuito de aquecimento dentro dele. Entretanto, manter a equipe aquecida também era muito importante, diz Jason C. Roberts, especialista em logística polar. "O maior problema que eles enfrentaram foi a ulceração. É preciso manter-se em movimento para ficar aquecido, mas a equipe de câmera fica muito concentrada e, quando estão filmando, os cinegrafistas ficam parados, o que pode ser muito perigoso."


ELEFANTES DO DESERTO DO KALAHARI

Para visitar a família seguinte, os cineastas foram para o sul e a jornada continuou pelos mais áridos desertos do mundo. Nós fomos açoitados por tempestades de areia no Saara, sobrevoamos as maiores dunas de areia da Namíbia e, no Deserto do Kalahari, encontramos a segunda estrela do filme: a mãe elefante com seu filhote recém-nascido.

É a estação seca e milhares de elefantes vagam pelo Kalahari em busca de água potável. Espessas nuvens de poeira sopram pelo deserto e há o risco real de a mãe e o filhote se perderem no meio da tempestade de areia. Após vários dias de caminhada, a matriarca finalmente guiou a manada para uma isolada fonte de água no solo do deserto. Finalmente, o filhote e sua mãe podem matar a sede, mas eles não bebem sozinhos. Os elefantes são forçados a dividir a preciosa água com os leões famintos.



Durante o dia os elefantes dominam a fonte, mas à noite o equilíbrio do poder muda. Os leões enxergam melhor no escuro e eles tentam afastar o filhote da mãe. Os elefantes se reúnem em volta dos filhotes formando uma parede defensiva. Frustrados por essa defesa, os leões precisam mudar de tática. Ali estão os maiores grupos de leões da África e 30 deles se unem para atacar um jovem elefante adulto. A mãe e o filhote conseguirão sobreviver a noite e continuar sua jornada em busca da água que garantirá sua sobrevivência? Os elefantes querem chegar ao Delta do Okavango, que se localiza no interior, a centenas de quilômetros de distância. No momento, o delta está seco, mas logo virá a correnteza.

Fothergill conta: "Filmar a extraordinária sequência dos leões e dos elefantes à noite, a partir de veículos abertos, foi um enorme desafio. Primeiramente, esta é uma história muito, muito singular. Pelo que eu sei, esse grupo em Botsuana, de 30 leões, foi o único que aprendeu a abater enormes elefantes do modo como eles fazem.

"Para filmá-los nós enfrentamos alguns desafios. Nós sabíamos que tínhamos de filmar com infravermelho, pois qualquer luz normal perturbaria o comportamento natural dos leões e dos elefantes. O que foi absolutamente aterrorizante foi que na total escuridão, às cegas, enormes elefantes fêmeas muito zangadas corriam pela área e eu devo admitir que um elefante - fêmea ou macho, zangado, achando que pode ser comido pelos leões, não vai parar se encontrar um carro, e isso foi muito assustador - não os leões, mas os elefantes."


Linfield diz: "Para mim, a cena dos elefantes enfrentado as tempestades de areia no Delta do Okavango é uma das cenas mais fortes de todo o filme. Do nosso helicóptero, acima da tempestade, nós podíamos ver tudo. Eram os elefantes contra os elementos da natureza. Era um drama natural, cru. Até onde uma mãe é capaz de ir para salvar seu filhote é algo muito edificante de se ver e, momentos depois, a poeira baixou e ficou claro que mais um filhote se perdeu. E do alto, nós podíamos ver o que o pequeno filhote não podia - ele seguia na direção errada, para o meio do deserto. Não havia nada que pudéssemos fazer para ajudá-lo. Em uma única sequência, nós tivemos um drama que mexeu com muitas emoções diferentes e foi tudo por acaso, sem roteiro. A natureza fez isso para nós."

O RITMO ANUAL DO SOL COMANDA OS CICLOS DE ESTIAGEM E DE CHUVAS

A vida dos elefantes é dominada pelo sol, assim como a dos ursos polares. O ritmo anual do sol comanda os ciclos de estiagem e de chuvas forçando os elefantes a caminharem constantemente em busca de água. Terra (Earth) mostra a enorme luta dos elefantes contra a história épica global do fornecimento de água doce por nosso planeta. Com filmagem time-lapse feita do alto, nós podemos ver quando enormes tempestades se formam sobre os mares tropicais antes de atingir o continente indo de encontro às grandes cordilheiras do planeta.


As nuvens são forçadas a subir as montanhas frias e precipitam sua névoa em forma de neve. Quando o calor do sol derrete a neve, nós vemos quando a primeira leva de água doce começa sua longa jornada de volta ao oceano. As câmeras levam os espectadores para o alto da maior e mais alta queda d'água do mundo, e depois em direção ao mar. Conforme a correnteza de água doce atravessa as terras desertas, o Delta do Okavango se transforma em um paraíso fértil. Após semanas de marcha, a mãe elefante e seu filhote finalmente chegam e brincam juntos nas águas cristalinas.

"Essa foi uma tomada muito especial", afirma o assistente de campo Chadden Hunter. "Nós convivemos com os elefantes por quase dois meses, observando-os conforme cruzavam o árido deserto, sobrevivendo com uma dieta miserável. Eles são animais notáveis e incríveis em um ambiente extraordinário!"

A MIGRAÇÃO DE 6438 QUILÔMETROS DA BALEIA JUBARTE

Assim como faz na terra, o sol enche de vida os oceanos e é lá que os cineastas vão para a etapa final da jornada. A terceira estrela do filme é uma baleia jubarte com seu filhote recém-nascido e nós os vemos pela primeira vez na águas tropicais perto do Equador. Essas águas calmas e quentes proporcionam um ótimo berçário. O filhote tem poucas semanas de vida e sua mãe lhe dá apoio com delicadeza, perto da superfície de modo que ele possa respirar. O filhote recebe mais de 560 litros de leite por dia de sua mãe, mas a mãe está faminta. Não há nada para ela nessas águas claras.

Eventualmente, quando o filhote completa cinco meses, mãe e filho partem na mais longa jornada realizada por um mamífero marinho - 6438 km dos trópicos até o extremo sul do planeta, na Antártica. De uma perspectiva aérea única, voando bem acima das baleias, câmeras seguem os animais ao longo de toda a jornada.
Conforme seguem para o sul, as baleias encontram alguns dos maiores espetáculos dos oceanos. Uma centena de agulhões-bandeira, com bicos semelhantes a lanças, correm pelo oceano a 113 quilômetros por hora em busca de presas. Um grande tubarão branco, filmado em ultra slow motion explode para fora do mar para agarrar sua presa: uma foca.


Por fim, a baleia e o filhote chegam a Antártica bem a tempo de aproveitar o verão. O sol derreteu o gelo e a vida voltou. Agora, a baleia jubarte pode recuperar suas reservas. Ela e outras baleias cooperam para criar uma rede espiral de bolhas com a qual caçam o krill (parecido com o camarão). Mas as baleias devem trabalhar rápido, pois logo a influência do calor do sol voltará para o norte e o mar congelará de novo - forçando as baleias a voltarem para os trópicos.

CHEGANDO PERTO DOS GIGANTES DO OCEANO

"Filmar embaixo d'água significa estar bem próximo, motivo pelo qual é tão especial. Quando você está em terra, confia por estar a uma longa distância e protegido atrás de um anteparo ou dentro de um veículo. Na água, você tem que trabalhar muito mais perto do animal. Ele estará ciente de sua presença, então confiança é essencial. É um desafio muito prazeroso quando você o supera. Minha meta é sempre fazer o animal me aceitar.

"Não me surpreende quando as pessoas dizem que a vida delas mudou depois de encontrar uma baleia, e eu tive uma experiência muito mais íntima e pessoal com uma baleia do que a maioria das pessoas. Não existe experiência equivalente com outro animal vivo. Você pode se tornar amigo de um elefante, mas baleias são muito maiores e, na água, sem peso, elas têm um mistério intangível."


Falando das três famílias de animais vistas no filme, o produtor Sophokles Tasioulis diz: "Eles são heróis de um modo bem tradicional. Precisam lutar, enfrentam derrotas, vivenciam vitórias, por isso você gosta deles, sente por eles e é isso que quer ver no cinema."

O produtor Alix Tidmarsh acrescenta: "Eu realmente senti que precisávamos de histórias íntimas dos animais combinadas com o tamanho épico do filme para que funcionasse na tela do cinema."

A MIGRAÇÃO DO CARIBU PELA TUNDRA ÁRTICA

Embora focando nas três famílias de animais, Terra (Earth) também explora a vida de outros membros do reino animal e a geografia do planeta.

Seguindo para o sul em relação ao lar dos ursos polares, o filme revela as primeiras vegetações depois das nevascas - os pastos infinitos da tundra ártica. Essa enorme região é praticamente sem vida no inverno, mas todo verão, milhares de visitantes chegam do sul para aproveitar a breve abundância de alimentos. No Canadá, 3 milhões de caribus caminham 3219 km para o norte, seguindo o degelo. É uma das mais longas migrações da Terra e um dos maiores espetáculos da natureza. As grandes manadas não viajam sozinhas. Lobos famintos os acompanham durante todo o trajeto. Nós captamos com câmeras aéreas quando os lobos trabalham em equipe para separar o filhote da mãe.


Para alcançar as primeiras árvores do nosso planeta nós tivemos que seguir ainda mais para o sul. A 1.931 km do Polo Norte, arbustos atrofiados marcam o "limite florestal" de nosso planeta - o ponto mais ao norte onde as árvores conseguem crescer. É o começo da taiga - a maior floresta de coníferas do mundo. Esta desolada terra solitária se estende ininterruptamente por todo o hemisfério norte e contém um terço de todas as árvores da Terra. Na primavera, depois do degelo, o oxigênio em todo o mundo aumenta por causa dessas árvores. Durante a maior parte do ano é uma terra coberta de neve, raramente marcada por pegadas. Os animais que vivem lá, como o solitário lince, são vistos no filme.

A 2.414 km ao sul do Polo Norte, há luz do sol suficiente para fazer surgir espécies de folhas grandes como a bluebell e animais como o rouxinol, a raposa e o cervo. Nós vemos na primavera quando os filhotes de pato mandarim saltam corajosamente do alto ninho em um buraco de árvore.

Por fim, a épica jornada chega ao Equador. Essa é a única região do planeta que não tem estações, pois aqui nos trópicos o sol brilha por 12 horas todos os dias do ano. Com tanta energia disponível, a floresta cresce continuamente e abriga uma variedade de seres vivos. Embora ela cubra apenas 3% do planeta, a floresta tropical é o lar de mais da metade de todas as plantas e animais. Só em Papua-Nova Guiné, existem 42 espécies de aves do paraíso, com uma extraordinária variedade de fabulosas danças do acasalamento
A floresta depende não somente do calor do sol durante todo o ano, mas também de mais chuvas do que qualquer outro lugar na Terra. Sem chuva não existiriam florestas tropicais - só desertos.


Entre os animais apresentados no filme estão bandos de grous-demoiselle que realizam uma migração incrível sobre os mais altos picos do planeta - o Himalaia - da Mongólia até a Índia. Capazes de subir a altitudes de até 7,62km, eles precisam chegar a sua área de reprodução do outro lado, onde o clima é mais quente, mas há momentos em que os ventos sobre as montanhas os forçam a retornar e tentar de novo outro dia.

CAPTURANDO A PREDAÇÃO EM CÂMERA LENTA

Para captar a predação em super-slow motion - incluindo uma cena em que um guepardo derruba uma gazela - os cineastas usaram uma câmera originalmente desenvolvida para testes de colisão de veículos. Ela grava diretamente em um disco rígido - não há fita e nem filme - criando arquivos digitais que ficam gravados no laptop. Ela também é capaz de filmar 1.000 quadros por segundo com resolução 1024x1024 pixel. Isso significa que podemos desacelerar um evento em até 40 vezes, mas manter a claridade e o detalhamento da imagem.
"Nós usamos essa câmera para dar uma perspectiva única dos eventos naturais que acontecem em um curto espaço de tempo", explica o cinegrafista Simon King. "Só filmando dessa forma podemos realmente apreciar a beleza e a maestria de criaturas tão magníficas como o guepardo, ou evocar a emoção da luta de vida ou morte entre presa e predador. Filmando em maior velocidade, essa câmera fazia com que um evento que acontece em quatro segundos se tornasse uma tomada de cinco minutos!"


Embora os animais na natureza precisem lutar para sobreviver, há momentos leves e até engraçados em suas vidas. No Delta do Okavango, uma tropa de babuínos anda com dificuldade dentro da água deixando claro que estão detestando se molhar. Também no delta, os elefantes nadam alegremente nas águas cristalinas depois de uma longa caminhada pelo deserto. Em vários momentos do filme, chimpanzés enchem a boca com frutas, uma ave do paraíso macho dança e se exibe para atrair uma parceira e filhotes de pato mandarim se lançam de seus ninhos bem no alto das árvores, aterrissando no chão com força, mas sem ferimentos.

TERRA (EARTH)-UM PROJETO GIGANTESCO

Nunca na história do cinema tantos recursos e tanto tempo foram investidos em um longa-metragem da vida real. Terra (Earth) é o retrato definitivo do planeta, revelando seu esplendor natural como nunca visto antes. Em uma época em que nós todos estamos cada vez mais conscientes sobre o aquecimento global e sobre a fragilidade do planeta que chamamos de lar, Terra (Earth) é o filme do momento.


"Eu já trabalhei em alguns projetos bem grandes ao longo da minha carreira", diz Fothergill, "mas eles se tornam pequenos quando comparados à escala de Terra (Earth). Nos últimos cinco anos, filmamos em mais de 200 locações em 64 países e empregamos mais de 60 cinegrafistas‚ todos especialistas em seus respectivos campos. Ninguém na história do cinema reuniu tanto tempo, recurso e talento em um filme da vida natural."
Além disso, a produção incluiu 250 dias de fotografia aérea e a versão final apresenta 42 espécies animais. Conforme os anos passam, mais e mais do mundo natural vem diminuindo ou desaparecendo. "Se fossemos fazer este filme daqui a 10 ou 20 anos, não poderíamos trazer as imagens tão extraordinárias que trouxemos para a tela do cinema", diz Fothergill. "Então há uma mensagem sutil e poderosa por trás do filme, cujo objetivo é encorajar aqueles que assistam à Terra (Earth) a fazerem algo para preservar nosso belo, porém frágil, planeta."


Trailers do Filme

 

Fonte: DisneyNature
Fotos: Movieweb