![]() | ||
![]() |
Em 1959, como parte das celebrações de uma escola infantil, um grupo de alunos faz desenhos de como eles imaginam o futuro. Os desenhos ficarão guardados em uma cápsula do tempo e serão abertos em 50 anos. Porém, uma garota desenha diversos números aparentemente aleatórios, que ela alega estarem sendo soprados por pessoas que ela não vê. Meio século depois, uma nova geração de alunos examina o conteúdo da cápsula e amensagem criptografada da garota acaba nas mãos de Caleb Koestler. Mas é o pai dele, o professor de astrofísica John Koestler (Nicolas Cage), que faz uma descoberta estarrecedora: a mensagem codificada prediz as datas e o número de mortos de todas as grandes tragédias dos últimos 50 anos com uma precisão incrível. Conforme investiga os segredos do documento, John descobre que ele prevê mais três catástrofes - sendo a última de proporções globais. Os esforços de John para alertar as autoridades sobre as catástrofes iminentes são em vão e seus medos se tornam cada vez maiores ao perceber que Caleb está ligado ao mistério de alguma forma. Agora, contando com a ajuda de filha e da neta da autora da mensagem, John embarca em uma corrida eletrizante contra o tempo para prevenir a humanidade do maior dos desastres...
SOBRE A PRODUÇÃO Um pai solteiro que tenta desesperadamente defender seu único filho e uma mensagem codificada escrita por uma garotinha há cinquenta anos são as únicas armas contra uma iminente catástrofe global no excitante suspense 'Presságio'. Assim que ouviram a ideia de Ryne Douglas Pearson (Código Para o Inferno) para o roteiro, os produtores Jason Blumenthal e Todd Black sabiam que tinham uma história inesquecível para contar. "Passamos oito anos desenvolvendo o roteiro," relembra Blumenthal. "Nós compramos a ideia original. Ryne teve uma ideia que começava com uma cápsula do tempo que tinha sido enterrada há cinquenta anos e que estava sendo aberta agora. A cápsula contém uma série de previsões que se tornam realidade. Sabíamos de cara que tínhamos algo especial". Durante os últimos cinco anos, os produtores trabalharam com Alex Proyas, o aclamado diretor de Eu, Robô, para transformar a ideia em um filme. "Com apenas uma premissa, você nunca sabe como o roteiro final vai ficar," diz Blumenthal. "A história teve pequenas mudanças, mas os grandes temas foram sempre mantidos. A ideia de uma cápsula do tempo e dos presságios eram tão intrigantes e originais que sabíamos do poder do material. É tão empolgante para nós hoje como era há oito anos. E ver isso tudo ganhando vida é sensacional".
Para Blumenthal, eventos reais dos últimos anos geraram algumas mudanças no que ele considera os aspectos mais atraentes do filme. De início, ele estava intrigado com o conceito da cápsula do tempo. "Eu me lembro de ter ouvido algo sobre elas quando criança. Parecia uma coisa dos filmes de ficção científica, e quando eu percebi que era algo de verdade e que aquilo seria aberto depois de muitos anos, fiquei muito intrigado. Quando procuro ideias para desenvolver, procuro por coisas que tenham alguma conexão emocional comigo, e essa ideia tinha isso." Durante o período de desenvolvimento, a vida de Blumenthal mudou drasticamente. "Há oito anos, eu não era pai. Agora eu tenho duas crianças. No fundo, o filme se tornou uma história de pai e filho. Esse tema central da família é muito importante para mim e para muitos envolvidos no filme." "'Presságio' é um suspense psicológico com efeitos especiais que vão te deixar extasiado", continua Blumenthal. "Mas é mais do que isso. O filme coloca a seguinte questão: até onde você iria para proteger seu filho? Você faria o maior sacrifício de todos? É uma ideia bastante intensa". "É uma montanha-russa emocional que o deixa em suspense a cada curva," continua. "É uma história sobre a qual as pessoas vão falar porque ela toca em questões que continuam com elas quando elas saem do cinema. Na minha opinião, essas são as melhores histórias a serem contadas."
Para Proyas, isso significava um equilíbrio entre um suspense recheado de ação e efeitos especiais e a jornada emocional de seus personagens. "Para mim, todo filme é um grande filme", diz. "Eu, Robô, foi um grande e complexo exercício técnico, mas todo filme tem seus próprios níveis de complexidade. Um grande feito de 'Presságio' é que ele é calcado em emoções e interações humanas. Ele é todo calcado na realidade. Você não precisa suspender a descrença. Tudo o que se passa no filme poderia acontecer de verdade." Nicolas Cage, que interpreta o professor John Koestler, compara o roteiro a um ícone americano. "O roteiro me lembrou um dos episódios de 'Twilight Zone', de Rod Serling, e daquele sentimento poderoso que o programa tinha", diz. "É um suspense-mistério de ficção-científica, mas há também momentos intensamente dramáticos." "Trata-se de um filme que tem o poder de mudar a cabeça das pessoas", diz Cage. "Eu lembro quando assisti a Síndrome da China quando era garoto e me dei conta de que energia nuclear era um poder a ser respeitado. Isso chama a atenção das pessoas a assuntos que podem nos afetar de alguma forma."
Segundo Byrne, filmes com temas apocalípticos têm uma identificação bem particular com o público devido às questões ambientais que o mundo vem lidando. "É um desejo constante da humanidade entender o máximo possível por quanto tempo ainda estaremos aqui", diz. "As pessoas têm tentado entender isso desde sempre. Sejam eles maias, muçulmanos ou hindus, todos têm uma teoria para o que vai acontecer." Os produtores esperam que 'Presságio' torne-se o tipo de filme que gera conversas duradouras em meio ao público. "As pessoas vão ao cinema para ver algo grande, algo divertido, algo especial que eles nunca tenham visto", diz Blumenthal. "E acho que é isso que estamos dando a elas. Creio que o público quer ser desafiado a chegar às próprias conclusões. O filme tem um final bem definido, mas deixa muito espaço para discussões. Um filme que termina quando sobem os créditos não é tão importante para mim quanto um que o mantém conversando quando você chega ao carro. Quero que as pessoas falem sobre o filme e se perguntem: 'Eu teria feito isso?'. Acho que essa é uma história sobre a qual as pessoas vão querer conversar. E esse é o tipo de filme que eu quero fazer." Com o diretor ideal no projeto, o roteiro final em mãos e um estúdio pronto para financiar o projeto, os produtores foram em busca de um ator para o papel principal. "Nesse ponto, a parte mais importante era encontrar o nosso herói", diz Blumenthal. "Quem é o cara que vai levar essa história adiante?"
Nicolas Cage, o ator aclamado internacionalmente e vencedor do Oscar®, confere um ar superior a todos os projetos que integra. Seu comprometimento e sua dedicação o tornaram um dos atores mais requisitados do planeta. "Sempre soubemos que Nic Cage era o ator ideal para esse papel", diz Blumenthal. "Nic traz uma intensidade, mas ao mesmo tempo uma acessibilidade a esse personagem que a maioria dos atores não conseguiriam interpretar. Também acho que Nic acredita em muitos dos temas com os quais lidamos no filme." "Além disso, ele é uma pessoa incrível, um ator fantástico que confere humanidade a todos os papéis que interpreta", continua Blumenthal, que também produziu O Sol de Cada Manhã, estrelado por Cage. "Também é perfeito porque Nic é fã de Alex e Alex é um grande fã de Nic. Às vezes, tudo se alinha de forma adequada e tudo parece funcionar. Foi o que aconteceu com esse filme." Cage e Proyas adoraram a ideia de trabalharem juntos. "Eu queria trabalhar com Cage há muito tempo", diz o diretor. "É sempre muito empolgante finalmente trabalhar com alguém com quem você sempre quis trabalhar."
Cage achou o papel de John Koestler satisfatório do ponto de vista emocional. "Ele é notadamente dedicado ao filho e tem a pressão extra de criá-lo sozinho. Nós não vemos a preocupação de um pai pelos filhos com muita frequência nos filmes. Essa é mais uma razão pela qual quis fazer esse filme." "A única prioridade de John é a segurança de seu filho", continua. "Tem um momento muito emocionante no filme em que Caleb pergunta: 'Eu vou morrer agora?'. E meu personagem diz: 'Isso não vai acontecer. Eu não vou deixar que isso aconteça com você." Nada vai impedi-lo de cumprir essa promessa. Nesse ponto, o filme se torna muito uma questão de o que John pode fazer para manter a promessa." A carreira da atriz australiana Rose Byrne inclui blockbusters como Tróia e aclamados projetos menores como Castelo de Sonhos. Recentemente, a atriz foi indicada ao Globo de Ouro por seu papel na premiada série de TV "Damages". "Rose e eu queríamos trabalhar juntos havia algum tempo", diz Proyas. "Ela confere muita profundidade a tudo que faz na tela. Isso é especialmente importante neste filme porque muito dos que as pessoas pensam ou sentem nem sempre é expresso por palavras."
Admirador do trabalho de Proyas há muito tempo, Byrne diz que a chance de trabalhar com o diretor foi "um grande atrativo. Eu gostei muito de trabalhar com Alex. Ele sabe exatamente o que quer e tem muita compaixão pelos atores. Ele é muito ligado na história e nos personagens." "Além disso, o fato de que essa é uma história muito íntima entre esses quatro personagens em uma situação extrema é muito atraente para mim como artista", continua a atriz. "Minha personagem, Diana, está em uma posição muito complicada. Ela tem uma história muito obscura e tudo acaba caindo em cima dela. Ela tentou a vida inteira fugir de uma coisa e essa coisa acaba bem na sua cara. Foi um papel muito desafiador. Foi uma responsabilidade muito grande torná-lo o mais real e poderoso possível." Byrne foi selecionada depois de um processo de seleção que se espalhou por vários continentes. "Havia algo em Rose", diz Blumenthal. "Ela tem um frescor. Desde o primeiro dia, Alex tinha certeza que ela era a escolha certa. Como ele diz, ela tem um lado humano muito real. Você pode sentir a dor e a emoção pela qual ela está passando conforme ela vai descobrindo que esses presságios que colocam a história em movimento começaram com sua mãe muitos anos antes." Trabalhar com Cage, segundo Byrne, é sempre uma promessa por surpresas. "Foi demais. Nic é incrivelmente apaixonado pelo que faz. Você nunca sabe o que esperar. Ele realmente me pegou em nossa primeira cena. Nós ensaiamos, discutimos e no final das contas ele fez diferente, o que foi muito excitante. Ele transformou uma cena que era suave e sutil em uma cena em que seu personagem perde um pouco as estribeiras. É muito empolgante trabalhar com Nic porque ele está sempre um passo a frente." Cage ficou impressionado pela autenticidade de sua colega de cena. "Rose é tremendamente verdadeira. Ela tem todas as emoções necessárias para tornar as situações do filme palpáveis para o público. Rose tem a capacidade de fazer aquilo como se estivesse realmente acontecendo."
Trailers do Filme |
Fonte: Paris Filmes |