Walt Disney Animation Studios apresenta o caldeirão narrativo divertido de uma aventura cujos ingredientes são personagens cativantes, humor e músicas inesquecíveis em seu novo longa-metragem 'A Princesa e o Sapo' , uma comédia de animação passada na magnífica cidade de Nova Orleans. Dos criadores de A Pequena Sereia e Aladdin chega uma versão contemporânea de uma fábula clássica, protagonizada por uma bela garota chamada Tiana, um sapo-príncipe que quer desesperadamente voltar a ser humano e um beijo fatídico que leva o casal numa aventura hilária através dos pântanos místicos da Louisiana. 'A Princesa e o Sapo' marca o retorno à animação feita à mão da reverenciada dupla John Musker e Ron Clements, sob a batuta do compositor premiado com o Oscar®, Randy Newman.

Todo mundo conhece a história em que uma princesa encontra seu verdadeiro amor beijando um sapo que, num passe de mágica, se transforma num belo príncipe. Nesta versão da história, a garota ainda beija o sapo, mas o resultado é bem diferente: esta é apenas uma das dezenas de surpresas nesta mistura de humor, ação, música e emoção. O amor acaba encontrando o seu espaço — entre um príncipe e uma princesa… entre sapos, talvez… ou quem sabe entre um vaga-lume e o objeto do seu afeto. Fica nítido, contudo, que os detalhes mais importantes vão muito além das aparências. O filme apresenta a nova princesa Disney, seu mais novo e surpreendente conto de fadas e a volta do estúdio aos musicais Disney, evocando clássicos como A Bela e a Fera, O Rei Leão e Aladdin.



TRAGA O SEU PINCEL E OS SEUS SAPATOS DE DANÇA
Do conto de fadas às telas de cinema — ao estilo Disney

'A Princesa e o Sapo' marca o retorno do Walt Disney Animation Studios à animação feita à mão e um resgate do conto de fadas clássico e do gênero musical.

“Se pudéssemos pôr em prática uma única lição aprendida com o próprio Walt para levar o Walt Disney Animation Studios ao futuro”, afirma o produtor executivo, John Lasseter, “seria fazer uso da riqueza do seu passado: a lendária forma de contar suas histórias, seus personagens de sucesso, sua exuberância musical — tudo isso é uma parte essencial do nosso mais novo projeto de animação feita à mão.”

Os cineastas, para quem a animação 2-D continua vibrante e atraente como nunca, se aventuraram a resgatar e reinventar esta forma de arte, com a devida reverência e uma sensibilidade renovada.

“A cada passo do processo”, explica o diretor Ron Clements, “nós percebíamos que poderíamos resgatar o legado dos contos de fadas animados Disney, porém, introduzindo novidades surpreendentes e interessantes em vez de simplesmente reproduzir ou imitar o que já foi feito antes.”

Era uma vez, não faz muitos anos, a tradicional animação Disney feita à mão deu lugar à nova tecnologia, deixando para trás a forma de arte que mais intimamente está associada ao próprio Walt Disney.

Em 2006, quando John Lasseter e Ed Catmull assumiram a direção do Walt Disney Animation Studios, eles compreenderam que a tradicional animação Disney feita à mão certamente não havia perdido seu valor nem como arte nem como entretenimento. E embora o prestígio de Lasseter tenha advindo do seu pioneirismo no campo da animação digital, seu amor pela arte de não se resumia exclusivamente a esta modalidade. Ele cresceu como fã e começou sua carreira como artista da animação tradicional que Disney inventou e desenvolveu ao longo de décadas numa forma de arte respeitada. E Lasseter e Catmull se dedicariam a desenvolver novos longas-metragens animados, em qualquer que fosse a técnica de animação mais adequada para cada projeto.

“Nós fomos convidados a sugerir ideias para novos filmes Disney, animados tradicionalmente em 2-D”, relembra o diretor John Musker. “E todos nós nos sentíamos particularmente inspirados pela fábula dos irmãos Grimm, O Sapo Príncipe.”

“Estamos resgatando a narrativa sincera e clássica dos contos de fadas Disney.
É um retorno ao musical. E também ao entusiasmo e à grandeza
da animação tradicional e dos cenários pintados à mão.
Tudo isso somado nos dá a sensação de uma volta às origens.”
~ Peter Del Vecho, produtor

Para o produtor Peter Del Vecho, foi um prazer ser parte do reaquecimento de uma forma de arte magnífica. “É muito gratificante observar um animador desenhar a lápis sobre o papel, e aí, quando a gente assiste ao filme, esquece todos os traços e linhas feitos a lápis, pois os personagens realmente saltam da tela. A gente os leva conosco para casa na nossa mente — cada um dos personagens é extremamente rico e possui vida própria.”
A música foi outro elemento do legado Disney que a equipe de criação procurou resgatar, levando-a, ao mesmo tempo, numa nova direção. Clements e Musker criaram o filme como um musical, mas não no estilo tradicional da Broadway que Disney havia inaugurado em 1937 e reinventado na década de 80. Seu musical formaria um mosaico de zydeco, blues, gospel, jazz e de todos os sons caracteristicamente norte-americanos.

O retorno à tradição permite que os espectadores, mais uma vez, tenham a oportunidade de ver se o amor é realmente capaz de triunfar, tendo final em que todos vivam felizes para sempre e saiam dos cinemas cantarolando a música que não lhes sai da cabeça.

QUEM É QUEM EM 'A Princesa e o Sapo'
O Elenco de Personagens

TIANA (dublada na versão original por Anika Noni Rose e por Kacau Gomes na versão brasileira) certamente não é a princesa típica da maioria dos contos de fadas. Ela não sonha com reinos distantes nem castelos nas nuvens, mas com o sucesso pessoal e a prosperidade nos negócios. “Ela sonha em abrir o melhor restaurante de toda Nova Orleans”, explica o roteirista Rob Edwards. “É um sonho que lhe foi incutido pelo pai.”

Tiana é uma jovem afro-americana atraente, independente, esforçada e obstinada, mas também uma amiga leal e afetuosa. Ela adora a mãe, é extremamente apegada ao pai e, embora saiba que a sua jornada não será fácil, ela acredita que será capaz de realizar os seus sonhos com o devido empenho.

Com seu jeito racional de batalhar pela concretização dos seus objetivos, contudo, Tiana não aprecia, de fato, o que lhe acontece ao longo do percurso até lá. Ela nunca consegue simplesmente relaxar e se divertir. Ela não tem tempo para romances e certamente não vai perder o seu tempo sonhando com rapazes — e muito menos, sairia por aí beijando sapos.

O supervisor de animação, Mark Henn, encarregado de heroínas Disney como Ariel (A Pequena Sereia), Bela (A Bela e a Fera) e Jasmim (Aladdin), achou Tiana particularmente intrigante. “Eu acho que a gente pode se identificar mais facilmente com ela ou torcer por ela. As nossas heroínas de animação evoluíram muito nas últimas décadas, deixando de ser ‘princesas em perigo’, como Branca de Neve — personagens vítimas dos eventos, para se tornarem jovens de atitude que movem suas próprias histórias. É fácil se apaixonar e torcer pela personagem Tiana. Ela tem uma motivação pessoal e toma decisões que a impulsionam e fazem dela uma jovem bem interessante.”

Segundo Edwards, a sua sobrinha mal pode esperar para conhecer Tiana. “Sempre que conversamos, ela diz: ‘Conta da princesa!’ Eu também mal posso esperar até que ela assista ao filme.”

As inúmeras qualidades de Nova Orleans atraíram o PRÍNCIPE NAVEEN (dublado na versão original por Bruno Campos e por Rodrigo Lombardi na versão brasileira) do seu reino distante de Maldonia. Apesar de ser mimado e irresponsável, Naveen tem um charme irresistível, uma alegria de viver que cativa todos ao seu redor, e uma paixão pelo Dixieland jazz popularizado por Paul Whiteman, Jimmie Noone, Earl Hines, King Oliver, Jelly Roll Morton e Louis Armstrong.

A HISTÓRIA
Uma velha história numa nova versão

'A Princesa e o Sapo' é a sexta parceria da dupla de veteranos Disney Ron Clements e John Musker, os criadores de O Ratinho Detetive (The Great Mouse Detective), A Pequena Sereia (The Little Mermaid), Aladdin, Hércules (Hercules) e Planeta do Tesouro (Treasure Planet). A dupla de animadores se interessou pelo projeto pela força sua história e pelo seu potencial cômico.

“John Lasseter adorou a premissa”, relembra Musker, “e a ideia de Nova Orleans como cenário, com todos os elementos culturais, históricos, visuais e místicos que essa cidade maravilhosa nos oferecia. Nós decidimos que a Era do Jazz acrescentaria um toque de nostalgia e musicalidade e queríamos muito subverter os arquétipos dos contos de fadas.”

'A Princesa e o Sapo', obviamente, é inspirado na fábula, O Sapo Príncipe, dos irmãos Grimm, mas os cineastas criaram a sua própria versão da história. Segundo o roteirista, Rob Edwards, o processo de escritura do roteiro é um trabalho genuinamente de equipe. “A maior parte do que escrevo, eu crio enquanto caminho pelos corredores e converso com os artistas de storyboard, os animadores, alguns dos dubladores e com os diretores”, conta ele. “A parte mais fácil é voltar à minha sala e pôr tudo no papel.”

Situada numa curva do majestoso rio Mississippi, Nova Orleans é uma cidade cheia de vivacidade, abundância, aventura, romance, música e magia. E é lá, na mítica era do jazz dos anos 20, entre as varandas com balaustradas de ferro fundido e as ruelas convidativas do French Quarter, que uma história das mais extraordinárias se desenrola.

Tiana é uma jovem atraente, independente e esforçada. Ela não tem tempo para romances e namoricos, pois o seu maior amor é a culinária e ela pretende ter um restaurante bem sucedido, um sonho nutrido pelo amor de seu pai pela gastronomia. Entretanto, apesar de todo o seu esforço e dedicação, inúmeros obstáculos impedem que Tiana realize os seus objetivos.

Até que vem dar às margens do rio Mississippi um belo e sociável fã de jazz: o proscrito príncipe Naveen, do reino distante da Maldonia. Um tanto mimado, irresponsável e indolente, talvez, Naveen tem levado a vida explorando a sua boa aparência e o seu inegável charme. Sua posição como membro da aristocracia atrai o malvado dr. Facilier, um praticante de magia negra, cujo esforço para roubar a realeza de Naveen acaba transformando o belo príncipe num sapo.

A tentativa de Naveen de se aproveitar do manjado recurso do beijo dos contos de fadas para recuperar a sua forma humana só consegue fazer com que Tiana também seja transformada num anfíbio. E eles acabam perdidos nos pântanos da Louisiana, perseguidos por caçadores de sapos e à cata de um dos encantamentos de uma velha feiticeira de 197 anos de idade chamada Mama Odie.

Em sua jornada arriscada, complicada, mas verdadeiramente hilária, eles contam com a ajuda de um vaga-lume cajun apaixonado chamado Ray e um jacaré músico de jazz chamado Louis; e embora seu périplo seja repleto de perigos, o casal contraditório destaca o que o outro tem de melhor, supera as suas diferenças e os seus obstáculos e descobre que os sonhos realmente se realizam — mas nunca do jeito que se poderia esperar.
Ao final, o amor vence e as diferenças que antes aparentavam ser tão importantes agora parecem desaparecer nas profundezas dos pântanos.

Edwards observa que o seu objetivo era simples: “Eu quero contar uma história honesta sobre duas pessoas maravilhosas que se conhecem e se apaixonam. Quero contá-la aos meus amigos e aos filhos e filhas deles. É, basicamente, isso.”

Mas será que 'A Princesa e o Sapo' tem potencial para se transformar num clássico? “O que faz de algo um clássico?”, conjectura Edwards. “Personagens convincentes, pontos de vista fortes, humor ao mesmo tempo sofisticado para os pais e divertido para as crianças, boa música. Temos que criar uma montanha-russa de altos e baixos. Você precisa rir e chorar, e se emocionar. E eu acredito que, se as pessoas se emocionarem, todo o resto dará certo.”

Trailer do Filme

 

 

Fonte: Disney