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Ao se converter numa agente da CIA, Evelyn Salt (Jolie) fez um juramento de dever, honra e lealdade ao país. E a sua lealdade será testada quando um desertor a acusa de ser uma espiã russa. Salt foge e usa de todo o seu conhecimento e muitos anos de experiência como agente secreta para esquivar-se à captura. Os esforços de Salt para provar a sua inocência servem apenas para gerar suspeitas sobre seus motivos e à medida que a caçada para descobrir a verdade por trás da sua identidade continua fica a pergunta: "Quem é Salt?"
SOBRE O FILME O thriller contemporâneo de espionagem, SALT, estrelado por Angelina Jolie, nasceu de um comentário casual feito por Jolie há alguns anos. “Eu estava numa reunião com (a cochairman da Sony Pictures) Amy Pascal, anos atrás, quando mencionaram na conversa que ela estava se preparando para produzir um dos novos filmes de James Bond”, relembra Jolie. “Eu disse, de brincadeira: ‘Eu quero ser Bond!’ Aquela foi uma piadinha nossa, mas, algum tempo depois, ela encontrou este projeto.” O roteirista Kurt Wimmer tinha criado o papel de Salt para ser interpretado originalmente por um ator do sexo masculino. Seu roteiro preliminar original foi desenvolvido com o produtor Sunil Perkash, que chamou então o produtor Lorenzo di Bonaventura e Amy Pascal, da Sony, que, por sua vez, trouxeram o diretor Phillip Noyce. Como qualquer outro projeto da indústria cinematográfica, o roteiro passou por inúmeras versões preliminares, mas a maior modificação ocorreu quando os cineastas visualizaram Jolie, atriz vencedora do Oscar® e uma das poucas mulheres do mundo capazes de protagonizar um filme de ação, no papel-título. Rapidamente, “Edwin Salt” se tornou “Evelyn Salt”.
“Nós tínhamos um roteiro brilhante que todos adorávamos, com uma personagem intrigante e complexa, então, a ideia de Angelina fazer o filme, de repente, parecia a escolha óbvia”, afirma Perkash. “Ela é uma atriz incrível que daria muita profundidade e realismo a uma personagem muito enigmática. Era muito importante ter esse realismo numa história que, de resto, seria fantástica demais, e nós vibramos quando ela aceitou o papel.” “Quando mudamos o gênero da protagonista, começamos a questionar a dinâmica de todas as cenas”, explica o produtor Lorenzo di Bonaventura. “Nós não questionamos apenas se uma mulher faria as mesmas escolhas, mas também até que ponto os demais personagens agiriam ou reagiriam de modo diferente, em se tratando de uma mulher. Foi uma mudança gigantesca que repercutiu por todo o roteiro.” No filme, Evelyn Salt é uma agente da CIA acusada de ser uma espiã-dupla para a Rússia. Com o seu mundo inteiro desabando, Salt não deixará que nada a impeça de provar a sua inocência – mas seus esforços para não ser presa simplesmente levantam ainda mais suspeitas sobre os seus verdadeiros motivos. Di Bonaventura afirma que o conceito do espião-duplo não é uma fantasia. “Não há dúvida de que eles existem”, afirma. “A CIA acredita que existam. Há algo de misterioso e sexy na noção de alguém que poderia mentir e ficar à espera – durante décadas, se necessário.”
“O mais divertido do filme é que é um thriller de ação e um suspense, cujo mistério gira em torno da identidade da protagonista – ‘Quem é Salt?’”, comenta Perkash. “SALT integra uma variedade de elementos”, explica Di Bonaventura. “É um thriller de suspense, um filme de ação, de espionagem, é uma história de amor dramática e tem cenas de ação espetaculares.” No filme, Evelyn Salt precisa fugir para provar a sua inocência, quando um desertor russo alega que ela é uma espiã-dupla que deflagrará o Dia X – o dia em que espiões-duplos russos se manifestarão e começarão uma guerra contra os Estados Unidos. “O Dia X ainda é um tópico controverso dentro da CIA”, observa Jolie. “Há quem o considere um total absurdo, enquanto outros acreditam não só que ele é real, mas que espiões-duplos já tenham sido ativados em ocasiões anteriores. Quando começamos a investigar a ideia, nós achávamos que fosse meio fantasiosa, mas à medida que levantávamos mais informações, fomos descobrindo que era mais real do que poderíamos imaginar. De fato, a verdade costuma ser bem mais estranha que a ficção.”
Por exemplo, já se disse que a União Soviética e, depois, a Rússia enviaram agentes secretos se passando por cidadãos de países ocidentais entre os anos 80 e 90, como parte de uma rede de espionagem, todos vivendo sob nomes falsos por um período de 15 a 20 anos, ou até mais. Quando fossem ativados, esses espiões-duplos orquestrariam o “Dia X”, uma rede de sabotagem e ataques terroristas dentro dos EUA, o início de uma guerra de grandes proporções com a Rússia. Nos últimos anos, espiões-duplos russos foram descobertos na Estônia e no Canadá, e a morte por envenenamento, em 2006, do ex-agente da FSB, Alexander Litvinenko, em Londres, permanece um mistério. Além disso, recentemente, um grupo de pessoas – cujos amigos e vizinhos acreditavam que levassem vidas normais – foi preso e todos foram acusados pela promotoria dos EUA de integrarem um círculo de espionagem, vivendo disfarçados sob identidades falsas com o propósito de executar missões para a Rússia. “Eu não tenho dúvida de que existam espiões-duplos por aí”, afirma Phillip Noyce, diretor do filme. “Isso sempre fez parte da espionagem desde as suas origens. Antes mesmo de ler o roteiro de Kurt Wimmer, eu era fascinado pela questão de o que poderia acontecer se espiões-duplos há muito inativos fossem, de uma hora para outra, reconvocados à ativa.”
Para o ator Liev Schreiber, foram essas questões fascinantes no centro da história que o atraíram no filme. “Depois da queda da Cortina de Ferro, o que aconteceu com todas as agências de espionagem que existiam?”, questiona Schreiber. As agências em si podem ter sido desativadas e fechadas, comenta, mas seu pessoal, os agentes, não deixaram de existir. E se um colega de trabalho ou um grande amigo seu fosse, um dia, identificado como uma dessas pessoas? “Esses agentes foram impregnados com modos de pensar atualmente ultrapassados no nosso clima político contemporâneo”, continua ele. “Creio que esta é a questão pela qual Phillip se interessou, assim como eu também.” Jolie descreve a sua personagem como tendo uma “relutância compreensível de se aproximar de qualquer um e, sobretudo, de se casar, ciente do risco ao qual exporá o marido”. Evelyn Salt, entretanto, é casada com um homem 100% consciente da situação e que aceita os riscos de estar casado com uma agente da CIA. Com a escalação de Jolie, os cineastas sentiram que podiam elevar o quociente de ação. “Salt luta agressivamente, em combates mano-a-mano”, observa ela. “Em alguns filmes que eu fiz, a produção se sentiu tentada, por eu ser mulher, a fazer uma ação bonita” – e atuar bonito, segundo ela, não é a forma como lutaria uma agente treinada acusada de ser uma espiã-dupla para o inimigo.
“Angelina é um exemplo de profissionalismo”, acrescenta o produtor Di Bonaventura. “Seja numa cena dramática, numa cena engraçada ou numa cena de ação, ela se entrega por completo. É ótimo trabalhar com alguém que realmente deseja extrapolar seus limites.” Para dirigir o filme, os produtores contrataram o diretor Phillip Noyce, um mestre do thriller político, cujos filmes incluem Perigo Real e Imediato (Clear and Present Danger) e Jogos Patrióticos (Patriot Games), ambos estrelados por Harrison Ford no papel do analista da CIA, Jack Ryan. “A razão que me levou a fazer este filme é simples – depois de ler o roteiro, era um filme que eu queria ver. Eu pagaria para vê-lo”, afirma Noyce. "Quando li o roteiro do Kurt pela primeira vez, eu fiquei encantado com a combinação de fatos históricos e ficção cinematográfica. Parecia ser a receita perfeita para um filme raro, capaz de agradar à mente e satisfazer os sentidos, uma aventura que nos mantém na beira da poltrona e que delicia os adultos que existem em cada adolescente e as crianças que existem em cada adulto.”
SOBRE ANGELINA Vencedora do Oscar® e de três Globos de Ouro, ANGELINA JOLIE continua sendo uma das atrizes mais talentosas de Hollywood. Mais recentemente, Jolie estrelou o longa-metragem aclamado de Clint Eastwood, A Troca (Changeling), que lhe valeu uma indicação ao Oscar® de Melhor Atriz, bem como indicações ao Globo de Ouro e aos prêmios do Screen Actors Guild, da British Academy of Film and Television Arts, Broadcast Film Critics, London Film Critics e Chicago Film Critics. Ela também estrelou o sucesso de bilheteria de 2008, O Procurado (Wanted), o thriller fantástico dirigido por Timur Bekmambetov, e o longa-metragem de animação da DreamWorks, Kung Fu Panda, coestrelado por Jack Black. Em 2007, estrelou A Lenda de Beowulf (Beowulf), de Robert Zemeckis, bem como o filme de Michael Winterbottom elogiado pela crítica, O Preço da Coragem (A Mighty Heart), a história verídica e dramática de Mariane e Daniel Pearl, que lhe valeu indicações ao Globo de Ouro e aos prêmios do Screen Actors Guild, Broadcast Film Critics e Film Independent’s Spirit Awards. Os seus próximos filmes incluem The Tourist, no qual ela coestrela com Johnny Depp sob a direção de Florian Henckel von Donnersmarck.
Os seus créditos cinematográficos anteriores incluem O Bom Pastor (The Good Shepherd), dirigido por Robert De Niro e coestrelado por Matt Damon; Sr. e Sra. Smith (Mr. & Mrs. Smith), coestrelado por Brad Pitt; Alexandre (Alexander), dirigido por Oliver Stone e coestrelado por Colin Farrell e Anthony Hopkins; e a aventura de ação, Capitão Sky e o Mundo de Amanhã (Sky Captain and the World of Tomorrow), com Jude Law e Gwyneth Paltrow. Ela emprestou sua voz ao longa-metragem de animação, O Espanta Tubarões (Shark Tale), dirigido pelos criadores de Shrek e também dublado por Will Smith, Robert De Niro e Jack Black. Jolie também estrelou o thriller da Warner Bros., Roubando Vidas (Taking Lives), com Ethan Hawke. Em 2003, interpretou o papel-título da aventura de ação, Lara Croft Tomb Raider: A Origem da Vida (Lara Croft Tomb Raider: The Cradle of Life), a sequência do sucesso de bilheteria do diretor Simon West de 2001, Lara Croft: Tomb Raider, tendo também vivido uma funcionária da força de resgate das Nações Unidas no drama controverso, Amor Sem Fronteiras (Beyond Borders). Em 2001, atuou em Pecado Original (Original Sin), coestrelado por Antonio Banderas e escrito e dirigido por Michael Cristofer, de Gia – Fama e Destruição (Gia). No ano anterior, coestrelou com Nicolas Cage e Robert Duvall no papel de ladrões de carros cometendo seu roubo final no grande sucesso de bilheteria, 60 Segundos (Gone in Sixty Seconds), produzido por Jerry Bruckheimer. Ela também estrelou a comédia romântica, Uma Vida em Sete Dias (Life or Something Like It). Seu desempenho no papel de uma paciente desequilibrada mental em Garota, Interrompida (Girl, Interrupted) lhe deu um Oscar®, seu terceiro Globo de Ouro, um prêmio da Broadcast Film Critics Association, o ShoWest de Melhor Atriz Coadjuvante do Ano e o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante do Screen Actors Guild. O filme, baseado em histórias verídicas de Susanna Kaysen, foi dirigido por James Mangold e coestrelado por Winona Ryder.
Anteriormente, ela havia interpretado uma policial inexperiente coestrelando com Denzel Washington no papel de um detetive veterano no thriller O Colecionador de Ossos (The Bone Collector), dirigido por Phillip Noyce. Ela também coestrelou com Billy Bob Thornton e John Cusack no filme de Mike Newell, Alto Controle (Pushing Tin). Corações Apaixonados (Playing by Heart) lhe deu o prêmio de Atriz Revelação da National Board of Review; o drama, dirigido por Willard Carroll, apresentava um elenco de grandes astros, incluindo Sean Connery, Gena Rowlands, Madeleine Stowe, Ellen Burstyn, Gillian Anderson e Dennis Quaid. O telefilme da HBO, Gia – Fama e Destruição (Gia), consagrou Jolie e lhe valeu um Globo de Ouro, um prêmio do Screen Actors Guild e uma indicação ao Emmy no papel da supermodelo Gia Carangi, que morreu vítima da AIDS. Jolie também foi indicada ao Emmy coestrelando com Gary Sinise no filme do diretor John Frankenheimer, O Homem Que Vendeu Sua Alma (George Wallace), um épico de época da TNT sobre o governador polêmico do Alabama. O filme deu a Jolie seu primeiro Globo de Ouro e uma indicação ao CableACE no papel da segunda esposa de George Wallace, Cornelia.
Jolie também é reconhecida por seu trabalho humanitário. Ela foi a primeira agraciada com o prêmio Cidadã do Mundo da Associação de Correspondentes das Nações Unidas, bem como com o Prêmio Humanitário de Ação Global, em 2005. Em fevereiro de 2007, ela passou a integrar, por um período especial de cinco anos, o influente e bipartidário Conselho de Relações Internacionais, cujo objetivo é prestar assistência à próxima geração de legisladores de políticas internacionais. Também é embaixadora da boa vontade do Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR). Ela contribuiu para a aprovação do Projeto de Lei de Proteção à Criança Estrangeira Desacompanhada e fundou o Centro Nacional para Refugiados e Filhos de Imigrantes, uma organização que presta assistência jurídica gratuita às crianças requerentes de asilo.
Trailer do Filme
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Fonte: Sony Pictures |