A noite caiu no Instituto Smithsonian em Washington, EUA. Os guias já foram para casa, as luzes estão apagadas, as crianças estão enfiadas em suas camas... Ainda assim, algo incrível está em atividade enquanto o ex-vigia noturno Larry Daley (Ben Stiller) se descobre atraído por sua mais assombrosa e maior aventura até o momento, na qual a História verdadeiramente ganha vida.

Neste segundo episódio da saga Uma Noite no Museu, Larry enfrenta uma batalha tão épica que só poderia se desenrolar nos corredores do maior museu do mundo. Agora, Larry precisa tentar salvar seus amigos, antes inanimados, do que poderia ser sua última batalha entre as maravilhas do Smithsonian; e todas elas, das famosas pinturas nas paredes às espaçonaves, de repente ganham vontade própria.

No primeiro filme da História a ser filmado no complexo de museus Smithsonian, a diversão começa quando Larry já havia deixado para trás o mundo de baixos salários de vigia de museu para se tornar o inventor requisitado dos produtos de comerciais informativos da Daley Devices. Ele parece ter tudo - mas algo está faltando em sua vida, algo que o atrai de volta à sua velha busca, o Museu de História Natural, onde ele uma vez teve uma noite mágica para lembrar pela vida inteira. Lá, ele faz uma descoberta desconcertante. Seus objetos expostos preferidos, na verdade, alguns de seus amigos mais verdadeiros, foram considerados desatualizados. Encaixotados, eles aguardam a remessa para os amplos arquivos do Smithsonian.


SOBRE A PRODUÇÃO

O grande sucesso de bilheteria Uma Noite no Museu levantou uma pergunta intrigante que todos que já entraram em um museu se fizeram: o que acontece a todos os objetos expostos em um museu quando as luzes se apagam e os visitantes vão para casa? A resposta deliciosamente imaginativa deu vida a uma série de personagens engraçados e irreverentes, simpáticos e inteligentes que saíram direto da História, em uma aventura que conta com neandertais, caubóis, presidentes americanos, dinossauros e estátuas da Ilha de Páscoa. Todos eles se juntam a um vigia noturno que conseguiu triunfar pela primeira vez na vida depois de descobrir o poder do conhecimento e os prazeres das amizades inesperadas.

Mas para onde Larry Daley poderia ir depois? Para os realizadores de Uma Noite no Museu, se Larry se aventurasse em outra jornada sensacional eles sabiam que teria que ser um patamar acima - em escopo, em aventura e nos riscos que Larry encontraria. Como conseguir algo mais gigantesco que o Museu de História Natural de Nova York? Onde eles poderiam encontrar um museu ainda maior, um museu que estivesse repleto de um número ainda maior de séries impressionantes de exposições - de criaturas pré-históricas e obras de arte medievais a foguetes da Era Espacial -, e em que o potencial de emoção, comédia e o teste definitivo da lealdade e coragem de Larry ficassem nas alturas se tudo isso de repente ganhasse vida?

Só havia uma resposta. E ela levava direto à capital dos Estados Unidos e ao único museu financiado pelos contribuintes norte-americanos: o magnífico Instituto Smithsonian.

"Queríamos que tudo que fizemos no primeiro filme fosse não só maior, mas também melhor no segundo. Queríamos uma jornada para Larry que fosse ainda mais envolvente, que o ajudasse a encontrar seu caminho de volta ao seu melhor, que vislumbrou em Uma Noite no Museu. Ben Stiller e eu sempre concordamos que não continuaríamos a história a menos que houvesse uma nova história excelente, então quando a idéia de levar Larry e seus amigos ao Smithsonian surgiu, sabíamos que era o que precisávamos. Não poderíamos ter ficado mais entusiasmados", explica o diretor Shawn Levy.

O Smithsonian aumentou a escala do empreendimento porque seu próprio tamanho é espantosamente gigantesco. Considerado um marco da cultura, educação e exploração do mundo, o Smithsonian foi fundado em 1846 com um misterioso legado de US$500 mil do cientista britânico James Smithson que, embora nunca tenha pisado nos Estados Unidos, queria que o país tivesse um lugar especial dedicado ao "aumento e difusão do conhecimento". Mais de 150 anos depois, o Instituto Smithsonian é uma peça central na capital dos Estados Unidos, o maior complexo de museus do planeta e um repositório de tudo, de ossos antigos e documentos históricos vitais dos Estados Unidos a artefatos culturais como a cadeira de Archie Bunker. Todos os anos, cerca de 25 milhões de visitantes ficam deslumbrados e empolgados com tudo que há no seu interior, das pinturas impressionantes na National Gallery aos aviões clássicos de época do Museu do Ar e Espaço.

Para os realizadores, a própria idéia de usar o Smithsonian não apenas como cenário mas também como o verdadeiro núcleo de uma aventura cômica grandiosa era como deixar crianças famintas soltas numa loja de doces. Ela reacendeu a paixão coletiva de toda a equipe original, incluindo os roteiristas Thomas Lennon e Robert Ben Garant, que adaptaram o querido livro infantil de Milan Trenc, infundindo nele a vivacidade de seu próprio humor para criar o primeiro Uma Noite no Museu.

Na opinião de Lennon e Garant, quanto maior o museu, maiores as oportunidades para encontros mágicos, batalhas-surpresa e uma história irresistível. "Ao contrário do Museu de História Natural, onde tudo fica debaixo do mesmo teto, o Smithsonian se espalha por todo o National Mall. Enfrentamos o extraordinário desafio de descobrir como contar uma história que se moveria pelo complexo inteiro sem se tornar uma perseguição ininterrupta", destaca Garant.

Por fim, a dupla de roteiristas restringiu a maior parte da ação da história a algumas das áreas mais fascinantes do complexo: O Museu do Ar e do Espaço (o museu mais visitado do mundo), o Castelo Smithsonian e o Lincoln Memorial.

Mas o que levaria Larry, um nova-iorquino ferrenho a Washington D.C.? Quando Lennon e Garant viram Larry pela última vez, ele estava satisfeito por ter finalmente se tornado alguém importante na vida, um vigia noturno com um conhecimento do Museu de História Natural maior do que qualquer pessoa poderia imaginar. Mas, quando consideraram o que poderia ter acontecido a ele desde então, eles descobriram que ele teria tentado obter mais sucesso. Como o inventor por trás dos Daley Devices, Larry agora está se sentindo mais perdido do que nunca, por ter buscado dinheiro e fama enquanto deixava para trás amizades, diversão e um propósito. Da mesma forma, os objetos expostos que ele deixa para trás no museu também passaram por um reverso da fortuna. Antes amados pelas crianças de todo o mundo, eles perderam a popularidade nesses tempos de hologramas de alta tecnologia e, como Larry descobre, estão encaixotados para serem enviados para longe e armazenados no fundo dos arquivos do Smithsonian.

Esse cenário deu início à história. Depois, os dois roteiristas deixaram que o próprio Smithsonian, para onde rumavam dia após dia, de hall em hall, como turistas obcecados por detalhes, inspirasse a ação. Lennon comenta: "Quando escrevemos o roteiro de Uma Noite no Museu, tudo em que pensávamos era escrever um filme divertido e cheio de ação, que todos adorassem. Usamos essa mesma forma de pensar sobre como usar o Smithsonian como nosso cenário".


Alguns dos assuntos mais populares do Smithsonian levaram a imaginação dos roteiristas para direções totalmente novas. O tributo do Museu do Ar e Espaço à aviadora aventureira Amelia Earhart e o Lockheed Vega cor de cereja (no qual ela fez seu voo recorde sobre o Atlântico) levou os roteiristas - e em seguida Larry - a um romance imprevisto. Quando a estátua de Amelia ganha vida, ela se torna não só a experiente braço-direito de Larry, mas também o contraponto romântico inesperado que desperta sua percepção do que é diversão. "No momento em que vimos a imagem de Amelia Earhart no Museu do Ar e do Espaço, soubemos que ela seria a personagem feminina que ajudaria Larry a encontrar seu caminho para casa, literal e metaforicamente", diz Lennon.

Garant e Lennon divertiram-se muito com o humor provocador de Amelia, marcado por tiradas espirituosas e apimentadas como "supimpa", "cabeça para cima" e "sebo nas canelas". "Pensamos nela falando como Katharine Hepburn falaria em um filme de Howard Hawks. Foi muito divertido escrever esses diálogos, provenientes dos grandes filmes dessa época", recorda Garant.

Amelia rapidamente se tornou o eixo da história, tendo um impacto importante na direção do futuro da vida de Larry em uma noite única inesquecível, que infelizmente não pode durar, não importa o quanto ela os aproxime. Comenta o diretor e produtor Shawn Levy: "No desenvolvimento da nova história, acho que trouxemos muitos traços que as pessoas adoraram no primeiro filme: ele é engraçado, alegre e cheio de espetáculo. Mas também vamos além disso, em direção a algo novo. Dessa vez não é só um sujeito fugindo de objetos expostos que ganharam vida. É emocionalmente mais interessante, porque a história de amor entre Larry e Amelia se torna central no filme. Nosso objetivo era tornar a sequência mais impressionante e intrépida, porém também aprofundar os temas e os relacionamentos, e o roteiro consegue isso. Amelia está muito animada e ela e Larry têm um romance maravilhoso e melancólico, porque sabem que ela se transformará em cera novamente ao amanhecer".

A oportunidade de fazer com que algumas das mentes mais brilhantes e os mais bravos aventureiros da História se encontrassem também foi divertida para os realizadores. "É maravilhoso ter o esquadrão de aviadores negros Tuskegee Airmen, que foram tão importantes para a história dos Estados Unidos, ter a oportunidade de agradecer a Amelia Earhart por liderar o caminho para a quebra das barreiras do preconceito na aviação. São conversas que nunca poderiam ter ocorrido na vida real, mas trazem grande potencial para a comédia, bem como um pouco de inspiração histórica", diz Levy.

Com homens de ação tão carismáticos e os corredores do Smithsonian para brincar, Garant, Lennon e Levy estavam livres para visualizar os cenários mais ousados e loucos. "Não dá para ser mais divertido do que todas as idéias que surgiram no Smithsonian. Há o Museu do Ar e do Espaço, onde cada avião, cada modelo e cada foguete ganham vida e querem decolar do museu. Há tem uma sequência de perseguição dentro de uma fotografia. Há uma cena em que Amelia Earhart rouba o avião dos Irmãos Wright, escapa do Museu do Ar e do Espaço e aterrissa batendo no Castelo Smithsonian. E depois, há a grande batalha real, que é a batalha do clímax no Smithsonian, na qual todos os personagens que conhecemos e amamos - nosso exército de mocinhos formado por Larry, Amelia, Átila, o Huno, Sacajawea, o Pensador, Vênus, general Custer e os Aviadores de Tuskegee - enfrentam Kahmunrah, Ivan, Napoleão, Capone e o exército de delinquentes em uma batalha final épica!"

Levy conclui: "Era o tipo de história que Ben e eu tínhamos em mente quando conversamos sobre o que fazer em seguida com Larry Daley. Era cheia de humor inteligente e ágil, ação barulhenta e muito sentimento, e então combinamos isso com um elenco excepcional. Desde o primeiro dia, Ben e eu nos unimos pelo mesmo apetite voraz de juntar os melhores atores e melhores artistas para contar essa história. Ben teve a colaboração não só de Amy Adams, mas também de pessoas como Owen Wilson, Robin Williams, Hank Azaria, Christopher Guest, Bill Hader e Ricky Gervais, todos brilhantes no improviso, todos escritores de comédia, homens que sabiam sair da rota de formas surpreendentes: o pedigree criativo frente às câmeras é tão bom quanto a criatividade entre a equipe, e é isso que torna o filme tão especial".


Trailers do Filme

 

 

Fonte: Fox Film

 

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