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A comédia de ação da Columbia Pictures, Zumbilândia (Zombieland) gira em torno de dois homens lutando para sobreviver num mundo dominado por zumbis. Columbus (Jesse Eisenberg) é um grande covarde – mas quando você teme ser devorado por zumbis, o medo é justamente o que pode mantê-lo vivo. Tallahassee (Woody Harrelson) é um exterminador casca-grossa de zumbis, armado com seu fuzil AK e a determinação de comer o último Twinkie, um bolinho com recheio cremoso, que resta na Terra. Eles se associam a Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin), que também têm métodos únicos de sobreviver ao caos zumbi, mas precisarão avaliar o que é pior: confiar nos parceiros ou sucumbir aos zumbis.
SOBRE O FILME Woody Harrelson integrou, recentemente, o elenco premiado de Onde os Fracos Não Têm Vez (No Country for Old Men), o vencedor do Oscar® de Melhor Filme. E ele segue aquela escolha com um filme intitulado Zombieland? Segundo o ator, ele ficou impressionado com o roteiro. “Com relação ao tom, ele se insere na linha entre a comédia e o perigo iminente dos zumbis. É complicado – você precisa manter um nível de realismo ou tudo se torna uma farsa, mas isso, naturalmente, incorre numa série de desafios únicos.” E além disso, ele tem a chance de sair matando zumbis. O que mais um ator poderia pedir? “Eu sempre encarei Zumbilândia (Zombieland) como um Fuga à Meia-Noite (Midnight Run) com zumbis”, afirma Ruben Fleischer, diretor do longa-metragem. “A exemplo daquele filme, ele engloba gêneros diferentes simultaneamente. Acima de tudo, é uma comédia, um road movie. Obviamente, com elementos de terror e ainda tem um romance. Eu fiquei bem interessado em todos esses aspectos diferentes do filme e o meu objetivo era chegar ao tom certo mantendo os pés no chão.”
Zumbilândia (Zombieland) começou com o roteiro original de Paul Wernick & Rhett Reese. “O que atraiu todo mundo ao projeto foi o roteiro”, declara Fleischer. “É muito forte. E Rhett e Paul nos deram toda a colaboração, porém, ao mesmo tempo – e eu os respeito por isso – mantiveram-se fiéis à sua visão original.” “Lembra um pouco o que nós costumávamos fazer no seriado Cheers”, afirma Harrelson. “Se uma piada não funciona, eles encontram outra saída – na hora, durante as filmagens, eles escrevem uma nova fala divertida.” “Nós assumimos várias funções no filme”, diz Reese. “Como produtores, mantínhamos uma supervisão geral do filme para garantir que ele estava saindo do modo como havíamos imaginado.” “Mas houve vários momentos em que falas precisaram ser trocadas e aí, nós voltávamos a ser roteiristas”, conta Wernick, retomando o fio da meada. “A gente está sempre fazendo coisas novas e precisamos nos ajustar. Ver como tudo é produzido foi uma ótima experiência – de certo modo, foi como uma faculdade de cinema para nós dois.”
Harrelson vive Tallahassee, um homem decido a permanecer vivo e mais decidido ainda a acabar com qualquer zumbi que se interponha no seu caminho entre ele e os últimos bolinhos Twinkies que restam no planeta. “Quando li o roteiro, o primeiro ator que me veio à mente foi o de Woody Harrelson”, diz Fleischer. “Eu via traços no Tallahassee que me lembravam do personagem de Woody em Assassinos por Natureza (Natural Born Killers), só que permeado pelo humor.” “Eu li o roteiro e o que adorei no Tallahassee foi que ele era um cara que, basicamente, já perdeu tudo e, por isso, não tem mais nada a perder. Consequentemente, ele não tem medo de enfrentar os zumbis”, afirma Harrelson. “Depois de uma ótima reunião com Ruben, eu fiquei ansioso para fazer parte da produção.” “Todos nós tínhamos assistido a Onde os Fracos Não Têm Vez (No Country for Old Men) na época em que começamos a etapa de escalação do elenco”, relembra Gavin Polone, “e a presença de Woody salta das telas. Ele sempre foi a nossa primeira escolha.”
“Tallahassee é infantil, impulsivo”, afirma o roteirista e produtor executivo, Rhett Reese. “Fez total sentido para nós que o Twinkie fosse aquilo que ele mais deseja: é uma metáfora do passado, um elemento da sua vida pregressa, algo ao qual ele se apega – todos nós nos apegamos a coisas da nossa infância, mas ele está se apegando a algo de uma era pré-apocalíptica. Além disso, eles permanecem frescos nas prateleiras por bastante tempo.” Para o papel de Columbus, Fleischer também tinha um ator específico em mente. “Nós consideramos vários jovens atores de talento, mas Jesse Eisenberg sempre esteve no topo da minha lista”, diz o diretor. “Eu o adoro desde Roger, o Conquistador (Roger Dodger) e, quando o conheci, ele demonstrou ter um humor inato e grande sensibilidade. Ele é naturalmente engraçado e sua linguagem corporal nos faz acreditar que ele é o maior covarde do mundo. Ele era o Columbus.” “Eu adorei o personagem assim que o li”, afirma Eisenberg. “Eu me identificava com o lado obsessivo-compulsivo do Columbus; ele é o tipo de sujeito que não se permite curtir nada. Foi escrito com muita sinceridade e eu fiquei ansioso para encontrar o equilíbrio entre essa verdade e a natureza cômica do filme.” “E eu adorei o roteiro e o seu senso de humor”, acrescenta Eisenberg. “Quando conheci os roteiristas, Rhett me disse que basearam o Columbus nele. E isso ficou evidente quando o cumprimentei.” “É uma pena”, admite o roteirista-produtor executivo, Rhett Reese, “mas, sim, eu sou o Columbus. Eu vivi a minha vida toda com medo de várias coisas, dependendo do momento. Foi divertido ver como Jesse enriqueceu o papel.”
E vêm se juntar a Columbus e Tallahassee em sua luta pela sobrevivência, Wichita, interpretada por Emma Stone, e Little Rock, vivido por Abigail Breslin. “Há poucas atrizes jovens e bonitas com a sensibilidade cômica e a diversidade para mostrar todos os lados de uma personagem como Emma fez neste filme”, afirma o diretor, Fleischer. “Ela já demonstrou seu talento cômico em filmes como Superbad – É Hoje (Superbad) e A Casa das Coelhinhas (The House Bunny), mas a personagem de Wichita não é necessariamente um papel cômico. Ela é uma femme fatale, a típica “gostosa casca-grossa”. O mais incrível acerca da Emma é que ela é capaz de passar tudo isso e possui, ao mesmo tempo, a veia cômica capaz de sustentar seu desempenho.” “Este roteiro era muito diferente de tudo o que eu já tinha lido”, diz Stone. “Já fizeram comédias de zumbis anteriormente, mas o filme estava longe de ser uma sátira. Os zumbis são realmente assustadores e representam uma séria ameaça aos personagens. Não são uma piada, em hipótese alguma, mas os quatro protagonistas também são muito engraçados. A honestidade e o humor me fizeram sentir que eu podia entender como alguém se sentiria e reagiria naquele mundo pós-apocalíptico infestado de zumbis. Isso já foi motivo suficiente para querer fazer o filme.”
“Eu gostei de ver que era um filme engraçado, mas não era um besteirol completo, e ele é assustador, mas não vai causar pesadelos terríveis. Ele consegue estabelecer um equilíbrio entre ambas as coisas e nisso é muito original. É um filme de zumbis multifacetado. Quem diria que ainda iam filmar algo assim?” “Eu quis muito fazer o filme, porque é diferente de tudo o que eu já fiz até hoje”, explica a atriz. “Little Rock é uma personagem cheia de energia, e eu curti fazer todas essas cenas de ação. Eu tive de aprender a manusear armas, o que eu nunca tinha feito, e quando nós filmamos no parque de diversões, eu fui num dos brinquedos durante uma pausa nas filmagens. Eu me divertido muito.”
Breslin deu ao papel tudo o que o diretor queria. E também conquistou seus coadjuvantes, que não têm palavras para elogiar o seu talento. “Abby tem 13 anos”, diz Woody Harrelson. “E eu nunca vou ter o talento que ela tem. Ela fez uma cena em que tinha que chorar e chorou em todos os takes. Aos prantos. E mesmo quando ela não estava sendo enfocada pela câmera, durante os planos fechados de outro ator, ela ainda assim dava tudo de si e chorava com o mesmo realismo para os demais atores. Ela é fenomenal e é uma companhia muito divertida.” “Foi impressionante ver a química entre Emma e Abigail”, afirma Wernick. “Pouco a pouco, as duas se mesclaram numa criatura única – Emmagail”, acrescenta Reese. “Mas o que foi realmente chocante foi como uma garota de 13 anos e uma de 20 – que você poderia considerar imaturas ou ingênuas – pareciam veteranas.”
À frente da produção está Ruben Fleischer, que faz sua estreia diretorial. “Eu não fiquei nada apreensivo com relação a Ruben”, afirma o produtor, Gavin Polone. “Eu já trabalhei com vários diretores estreantes e confiava na visão do Ruben e no comprometimento que a produção exigia.” “Ruben tem bom olho e uma grande sensibilidade para a comédia”, diz Reese. “Ele é uma pessoa doce, agregadora, sem problemas de ego. Quando as coisas vão bem, ele nunca assume para si os créditos – ele imediatamente cobre de elogios as pessoas com as quais ele trabalha.” Fleischer diz que ficou empolgado com o desafio de dirigir Zumbilândia (Zombieland) – afinal, “como diretor estreante, todas as cena eram algo que eu nunca tinha feito antes. No meu primeiro dia, nós estávamos matando zumbis e, pouco depois, filmávamos em uma mansão gigantesca. Todos os dias eram uma experiência inédita. Mas o trabalho, basicamente, é um só: você começa a partir de um roteiro e constrói uma visão do que gostaria de ver, mas ele só ganha vida, de fato, quando chegam os atores, o desenhista de produção, o diretor de fotografia – eles tornam tudo espetacular.”
Trailer do Filme
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Fonte: Sony Pictures |