Trilha Sonora - 2001: Uma Odisséia no Espaço

Faixas

1. Overtre: Atmospheres
2. Also Sprach Zarathustra (Thus Spoke Zarathustra - (main title)
3. Requiem for Soprano, Mezzo-Soprano, Two Mixed Choirs & Orchestra
4. Blue Danube - (excerpt)
5. Lux Aeterna
6. Gayane Ballet Suite - (Adagio)
7. Juniter And Beyond: Requiem for Soprano, Mezzo-Soprano, Two Mixed Choirs & Orchestra / Atmosphere...
8. Also Sprach Zarathustra (Thus Spoke Zarathustra
9. Blue Danube, The - (reprise)
10. Also Sprach Zarathustra (Thus Spoke Zarathustra
11. Lux Aeterna
12. Adventures - (unaltered)
13. Hal 9000

Sinopse:

Kubrick se adiantou no tempo quando, ao lado de Arthur C. Clarke, escreveu o roteiro de 2001: Uma Odisséia no Espaço. Não apenas por ter visualizado a chegada do homem à Lua mais de um ano antes de Neil Armstrong chegar até lá, mas também por haver realizado o primeiro filme a levantar a hipótese da inteligência artificial.

O computador HAL-9000, além de acabar se transformando no personagem principal e num dos maiores vilões do cinema, possuía uma grande interação com seu operador, o Dr. David Bowman (Keir Dullea, de Visão Fatal e 2010: O Ano em que Faremos Contato). Nota-se que o nome dado a máquina foi muito bem escolhido, visto que é formado pelas três letras que antecedem o nome da mais famosa marca de computadores do mundo: a IBM.

O filme traça a trajetória do homem desde, aproximadamente, quatro milhões de anos antes de Cristo, até o ano de 2001, sempre abordando a evolução da espécie, a influência da tecnologia nesse crescimento e os perigos da inteligência artificial. O final, um dos mais emblemáticos da história do cinema, mostra astronautas travando uma luta mortal contra o computador - a versão moderna do confronto entre criador e criatura, que já inspirara clássicos como Frankenstein.

Um monolito cai na Terra ainda na época da pré-história e, muitos anos depois, em 1999, é descoberto um segundo monolito na Lua. Aparentemente, são alienigenas que observam os terrestres, então uma missão internacional é enviada a Júpiter com a missão de descobrir o que eles realmente querem.

Durante todo o filme o diretor levanta diversas questões que deixa em aberto até o fim. Para desfazer as dúvidas, o escritor Arthur C. Clarke escreveu uma seqüência em que são amarradas todas as pontas soltas: 2010: O ano em que Faremos Contato. Peter Hyans levou essa "continuação" de 2001 às telas, com resultados bem longe de memoráveis, em 1984.

O clima do filme é acentuado pelas músicas utilizadas por Kubrick, que sempre remetem à evolução da espécie humana. Por exemplo, a música Tlzits Spake Zarathirstra, de Richard Strauss, utilizada no início, foi baseada num livro de Nietzsche e significa a passagem do homem primitivo para o além-homem. É o mito iiietzchearzo do super-homem.