Ratatouille

O novo longa da Disney-Pixar do diretor Brad Bird, responsável pelo hit “Os Incríveis”, já conquistou o primeiro lugar nas bilheterias e nos corações do público americano. O mesmo deve acontecer com a platéia brasileira que poderá conferir esta divertida história a partir do dia 6 de julho, nos cinemas.

Cativante e também corajoso, já que o personagem central da história é um simpático ratinho, o novo desenho da Disney conta à história de Remy (Patton Oswalt), um rato de paladar sofisticado que tem como principal função, dentro do grupo familiar, farejar alimentos tóxicos. Mas sua pacata vida irá se transformar depois que seu gorducho irmão Emile (Peter Sohn) cria uma grande confusão e todo o grupo é obrigado a fugir.

Durante a fuga, Remy se perde de sua família e para sua surpresa e felicidade vai parar no requintado restaurante do Chef francês Auguste Gusteau (Brad Garrett), seu herói culinário. Por obra do destino, ele encontra o jovem, tímido e mais novo empregado da cozinha, Linguini (Lou Romano), que desesperado pelo emprego se une ao pequeno roedor. Com o talento culinário de Remy e os desengonçados braços de Linguini, a dupla passa a preparar pratos. E para surpresa do encarregado Chef do restaurante, Gusteau Skinner (Ian Holm), que desde a morte do Chef Auguste assumiu o controle dos negócios, os pratos começam a fazer sucesso e a atrair a atenção não apenas dos clientes e da mídia, mas do mais temido crítico gastronômico, Anton Ego (Peter O´Toole).

Simpática e deliciosa a trama traz todos os “ingredientes” para tornar Ratatouille uma gostosa sessão pipoca. O grupo de personagens possui vida própria. Há o vilão, o mocinho, a mocinha e o herói, mas os coadjuvantes também possuem seus encantos. Os roteiristas deviam estar inspirados quando criaram o implacável crítico culinário, Anton Ego.

Sarcástico, pernóstico e muito seguro de si, não há como deixar de se divertir com suas observações, ou melhor, alfinetadas sobre a função dos críticos. Já a Chef Collete (Janeane Garofalo) com sua sensatez traduz as ambições e pensamentos das garotas de hoje. Ela consegue cativar e ao mesmo tempo, pôr “ordem na casa”.


Nota: 
Crítica por: Viviane França
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